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Funcionamento do SC/IPB e CE-SC/IPB

A Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil descreve a gradação que existe entre os concílios da igreja.

O concílio mais básico, é o mais importante, de onde se deriva a autoridade de todos os demais concílios da igreja, visto que os seus representantes o são por delegação do concílio básico, que é o conselho da igreja. Os conselhos, que representam as igrejas locais, se fazem representar nos presbitérios através de um de seus deputados; os presbitérios se fazem representar nos sínodos através de seus deputados; e todos os presbitérios se fazem representar no Supremo Concílio através de seus deputados.

Não são poucas as denominações presbiterianas que têm suas representações nas Assembléias Gerais (Supremo Concílio) nas delegações provindas dos conselhos locais, um presbítero para cada igreja local e todos os pastores, visto que os pastores não têm sido considerados membros de uma igreja local, mas sim membros do presbitério.

Igrejas Presbiterianas na outra América, por exemplo, realizam grandes Assembléias Gerais e estas acontecem anualmente, chegando a reuniões com mais de dois mil oficiais presentes.

Na Igreja Presbiteriana do Brasil as reuniões do Supremo Concílio ocorrem a cada 4 anos, tendo uma representação que soma a cerca de 900 deputados.

Muitos têm proposto que se diminua a representação para que tenhamos reuniões mais produtivas. Enquanto isto, muitas denominações Reformadas e Presbiterianas buscam aumentar suas representações para que as reuniões sejam, efetivamente, mais representativas.

Como ter uma reunião com maior representatividade e ao mesmo tempo com maior efetividade?

O que tem ocorrido nas últimas décadas em nossas reuniões do Supremo Concílio é que o tempo que dispomos é dividido, via de regra, da seguinte maneira. As reuniões têm o seu início no domingo, com culto solene de louvor a Deus e participação do povo de Deus da região. Segunda-feira, durante o dia, realiza-se a verificação de poderes, quando todos os presbitérios, por sínodos, são arrolados e tomam acento à reunião. A votação para a eleição da nova mesa ocorre durante um dia inteiro. Os documentos são distribuídos pelas comissões de expediente na terça-feira e os trabalhos seguem até a noite da quarta-feira nas comissões. Quinta-feira pela manhã e em alguns dos Supremos Concílios, quinta-feira à tarde, começam os trabalhos do plenário, gastando-se um dia inteiro, como ocorreu em Brasília, na aprovação dos livros de atas dos sínodos. Uma parte significativa do tempo é gasto com homenagens, cultos especiais de diplomacia, apresentação de autoridades civis, militares e eclesiásticas etc., etc., etc. O que sobra para as discussões dos grandes temas da igreja em plenário é uma parte diminuta do tempo.

Não são poucos os que têm apresentado sugestões para resolver estes problemas. Alguns entendem que a solução está em diminuir a representação.Se somos 265 presbitérios, que a representação seja de 1 pastor e 1 presbítero para cada presbitério, chegando a um plenário composto por 500 pessoas aproximadamente. Outros entendem que a diminuição da representação traria prejuízos para aquilo que entendemos por concílios bíblicos presbiterianos. Outros, na verdade, propõem o incremento da representação, como ocorre em diversas denominações reformadas ao derredor do mundo.

Alguns entendem que dever-se-ia diminuir a carga do Supremo Concílio dando mais responsabilidades para os Sínodos, que tratariam, de forma definitiva, os assuntos relacionados à sua jurisdição. Outros propõem que haja uma comissão permanente para aprovação final dos livros de atas dos sínodos. Outros propõem a nomeação de comissões permanentes para que estudem e apresentem seus relatórios aos presbitérios, que viriam para a reunião do Supremo Concílio, conscientes e preparados para toda a votação de matérias, terminando assim com as comissões de expediente durante a própria reunião do Supremo Concílio.

Várias igrejas presbiterianas, mundo afora, seguem este modelo. Os documentos, oriundos dos presbitérios, seguem para o secretário executivo do Supremo Concílio. Este, por sua vez, distribui os documentos às comissões permanentes, que apresentam os seus relatórios, que baixam novamente aos presbitérios. Estes concordando com o parecer destas comissões permanentes, simplesmente votam favoravelmente; os presbitérios que não concordarem, ou que tiverem algum ponto a ser acrescentado ao relatório, sugestões, etc., remetem seus pareceres ao secretário executivo do Supremo Concílio, que faz baixar às comissões permanentes para o relatório final.

Estes relatórios são apresentados novamente aos presbitérios e serão eles que haverão de serem votados no plenário do Supremo Concílio. Portanto, os delegados ao Supremo Concílio, vão para participar do plenário e terão a responsabilidade de votar matérias já estudadas, consolidadas e consensadas. Relatórios não correriam o risco de serem feitos de afogadilho, resultando, assim, documentos que contemplam criteriosamente todos os lados da questão e apresentam decisões que não estarão sujeitas às idas e vindas de Supremo Concílio e Comissão Executiva. Além disto, haveria tempo o bastante para que se fizesse uma revisão ortográfica, de estilo, cuidando da harmonia constitucional, observando-se a jurisprudência firmada na igreja e, acima de tudo, decisões teológica e biblicamente corretas.

Lendo-se cuidadosamente o Regimento Interno do Supremo Concílio, no capítulo que trata do “Expediente” nas reuniões do Supremo Concílio, já encontramos algo bem parecido, que já foi utilizado em tempos passados e que não tem sido observado nestes últimos 30 anos.
“I – EXPEDIENTE

1) Somente serão submetidos à apreciação do concílio documentos encaminhados pelo plenário dos Sínodos; Presbitérios; Comissões Especiais; Comissões Permanentes; Secretários de Causas; Autarquias; Fundações estabelecidas pela Igreja Presbiteriana do Brasil; Comissão Executiva do Supremo Concílio; Presidente e Secretário Executivo do Supremo Concílio,nos termos do Art. 14 deste Regimento; representantes do Supremo Concílio em outras entidades, salvo em casos especiais a critério do plenário. As Comissões; as Autarquias; as Fundações; os representantes em outras entidades, e os secretários de causas, somente serão submetidos à apreciação do Concílio documentos recebidos pelo Secretário Executivo até noventa dias antes da data fixada para instalação do Concílio.
a) A CE-SC/IPB distribuirá esses documentos pelas respectivas subcomissões, que apresentarão parecer ao SE-SC/IPB no prazo de um mês;
b) integrarão essas subcomissões membros da CE-SC/IPB e outros por ela nomeados;
c) o SE reunirá os pareceres e os encaminhará ao plenário do SC para discussão final.4

2) Nomeação das Comissões de Expediente (Art.35).

3) Registro de comunicações, consultas, propostas e outros papéis. Será dispensada a leitura destes documentos, devendo,entretanto, a Mesa mandá-los à publicação no boletim diário, na íntegra ou, quando não prejudicar a compreensão geral, em resumo.

4) Consideração do disposto no Art.10, letra “g”.3 SC-70-015 4 SC-54-224/CE-58E-004/CE-59-075

5) Apresentação dos relatórios:
a) Da Comissão Executiva;
b) Da Tesouraria;
c) Da Secretaria Executiva;
d) Das Secretarias Gerais, autarquias e entidades para-eclesiásticas (CI/IPB Artigos 105 – 107);
e) Das Comissões Permanentes e Especiais, bem como de pessoas designadas para encargos específicos (CI/IPB Art.99,item 2 e 3).
f) Dos Sínodos.” Além disto, será que poderíamos ter um sistema de votação menos demorado e menos complicado? O sistema eletrônico é bastante rápido na apuração (quando o sistema resolve funcionar), contudo, para a votação é muito demorado. O sistema manual é rápido para a votação, contudo, demorado para a apuração. Muitos têm falado sobre a quantidade excessiva de horas gastas para se realizar uma eleição. Bem, este é um assunto que precisa ser pensado. A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil resolveu que as eleições para a mesa do seu Supremo Concílio serão feitas, com bastante antecedência, nos presbitérios. Na abertura do Supremo Concílio o presidente anterior, imediatamente, dá posse ao recém-eleito, e economiza-se um tempo imenso, dando também tempo para se pensar nos nomes a serem escolhidos, evitando, ao mesmo tempo, o clima de panfletagem que antecede a reunião, clima este que tomou corpo em nossa IPB desde os idos de 94.”
Participei recentemente da Assembléia Geral da Presbyterian Church in America. A votação para o “moderador” foi feita em 5 minutos, por aclamação, sem campanhas, sem panfletagem, com oração e grande consenso.

Emendas podem ser feitas em nossa Constituição para que estas melhoras sejam introduzidas. Nosso Regimento Interno pode ser utilizado com mais critério, utilizando-se dos artigos que já caminham nesta direção e adaptando-se outros para o melhor funcionamento de nosso Supremo Concílio.

Bem, está aqui o espaço para discutirmos especificamente este assunto. Peço aos participantes que apresentem seus pontos de vista, buscando trazer alguma contribuição. Não serão postadas participações que fujam do tema.

 

90 Respostas para “Funcionamento do SC/IPB e CE-SC/IPB

  1. Rev. Gilberto Silva

    11 setembro, 2007 at 12:54 am

    Eu acredito que precisamos banir essas campanhas para a eleição da mesa do SC. A perda é muito maior do que tempo.
    O encaminhamento indevido de documentos indica que o regimento não tem sido observado pelos signatários o que resulta numa perda de tempo muito grande, pois embora não se julgue o mérito do documento ele é lido pela subcomissão antes de ser devolvido por tramitação indevida.
    Se não forem tomadas medidas urgentes as reuniões do SC se tornarão cada vez mais embaraçadas em filigranas, deixando as questões mais relevantes com um tratamento apressado, o que é danoso para a Igreja.

     
  2. Rev. Normando

    12 setembro, 2007 at 12:22 pm

    Seguindo a mesma linha de raciocínio do rev. Gilberto, preocupa-me que tantos documentos não possam ser tratados na Reunião Ordinária do SC, por falta de tempo, sendo delegados poderes à CE para o seu tratamento. Precisamos pensar numa forma para que todos os documentos sejam tratados pelo próprio SC. Os nossos presbitérios devem também conscientizar os seus deputados para que, ao assumirem essa responsabilidade, o façam com toda dedicação, evitando a pressa excessiva e que cada documento seja analisado cuidadosamente e que os pedidos de “voto!” à mesa, não sejam por descaso ou impaciência, mas somente quando as matérias estiverem devidamente esclarecidas. É a vida da nossa Igreja que está em jogo e a nossa responsabilidade é diante do Senhor!

     
  3. Rev. Jedeias Almeida Duarte

    13 setembro, 2007 at 9:49 pm

    A nossa Federação de Igrejas é Parlamentarista e nao presidencialista. Se dedicassemos um tempo a refletir sobre o Presidente como um Chefe de Estado a apontar a marcha da Igreja sem deter nenhum poder politico. A sua eleição seria uma forma legitima de sustentar a federacao, teriamos no Secretario Executivo, o Chefe de Governo que após as decisões do SC e da CE.SC faria cumprir cabalmente com os poderes que a propria CI lhe outorga. Creio que estamos vivendo um bom momento de transição de modelos. O atual Presidente faz com maestria a função de Chefe de Estado e o nosso bom Maestro Executivo tem exercido sabiamente a função de Chefe de Governo. Muitos Presbitérios e Sinodos não perceberam esta alteração de rumos na IPB em 2002 e ainda vivem no modelo anterior, Presidencialista e personalista. Temos que continuar com a reforma estratégica, simplificando a escolha dos futuros Presidentes e consignado a cada dia o fortelecimento do Secretário Executivo, pois este é o espirito da norma constitucional da IPB.

     
  4. Rev. Dom João da Silva Varella

    14 setembro, 2007 at 6:47 pm

    Quero aqui colocar ou quem sabe, obter uma resposta sobre matéria votada em Supremo Concílio acerca dos dízimos e que desceu aos presbitérios em forma diferente da votada em plenário do Supremo 2006. Consultando O secretário executivo, este deu a seguinte resposta: “O documento sumiu da mesa do Supremo”, logo em seguida consultando o Presidente do Supremo Rev. Roberfto Brasileiro, o mesmo disse que de fato, surpreso ficou ao saber disto, porém, o documento descido aos presbitérios seria substituído pelo documento correto. Estamos no aguardo. Obrigado pelo espaço. Estamos à disposição para qualquer dúvida. Deus os abençoe.

     
  5. Rev. Gilberto

    17 setembro, 2007 at 10:25 pm

    O nosso sistema deveria funcionar como um antídoto para a sedução do poder. Em casos pontuais parece que o debate chega atrasado. Esse silêncio parece indicar o receio que temos de relfetir sobre nossos erros.
    Discutimos fora de hora e em lugares inadequados. Quando se abre a porta para uma auto-crítica construtiva fugimos.
    Reporto-me ao SC 99, que seria para o debate dos documentos pendentes, que eram tantos que a o tempo da reunião extraordinária, apenas um ano depois da ordinária, foi o mesmo.
    A representatividade dos concílios é um ponto sensível da nossa discussão. O problema é lidar com a legalidade da existencia de muitos presbitérios, sem entrar no mérito da existencia de alguns com o número mínimo de igrejas previsto na CI, fruto de desdobramentos que foram aprovados pelos Sínodos, não como fruto de um verdadeiro crescimento, mas de uma busca por maior reprerentatividade de regiões.
    Houve uma tentativa de abortar esses desdobramentos à força, numa Assembléia Constituinte. Ficou implícito que parte desses desdobramentos, foi um fato político.
    Certamente o Secretário Executivo pode nos fornecer aqui dados que mostrem que apesar disso houve crescimento no número de igrejas.
    Presbitérios com mais de 10 Igrejas tem o mesmo número de deputados de outros com o número mínimo. A paridade numérica no Brasil existe no Senado, mas na Câmara o peso populacional estabelece outra proporção de representantes.
    O número total de membros comungantes de um presbitéios ainda assim não seria um elemento mais justo. Vou parar de me atirar contra moinhos de vento.
    Vejamos se há replicas…

     
  6. Alexandre H.Mde Almeida

    19 setembro, 2007 at 2:27 pm

    Se os irmãos repararem, a maioria dos documentos são consultas sobre assuntos já resolvidos. A maioria das consultas poderiam ser feitas pelos presbitérios aos sínodos, reduzindo o numero de documentos. A representatividade deve ser proporcional ao número de membros comungantes, de tal forma que se represente a opinião da maioria da igreja, situação bem democrática e justa.

     
  7. Rev. Antonio Sales Fonte

    20 setembro, 2007 at 1:21 pm

    Creio que deveríamos passar por uma Reforma na CI/IPB. Advogo a extinção dos Sínodos, tal qual acontece na Presbyterian Church of America (PCA). Sínodo na IPB é só um apêndice. Ao extingui-los fortaleceríamos os Presbitérios que encaminhariam em conjunto com outros prebitérios os seus delegados.
    Por isso que diversos colegas enviam documentos ao SC (que deveria voltar a se chamar Assembléia Geral como era no passado) o Sínodo não exerce a função tal qual deveria.

     
  8. Rev. Gilberto Silva

    1 outubro, 2007 at 6:57 am

    o saudoso ministro Rev. Wilson de Souza Lopes lutou pelo fortalecimento dos sínodos. Eu não defendo a extinção dos sínodos, mas não enxergo vantagem na sua existência. Ná prática esse concílio desafoga o Supremo, julgando causas regionais. Por outro lado a presença dos presidentes de sínodo na reunião da CE-SC, numa delegação ex-oficio, é regimental mas foge do sistema representativo porque a delegação para participar dos concílios superiores é por eleição.
    O sistema presbiteriano é parlamentarista, mas durante anos de excessão andou pendente ao presidencialismo.
    É dificil mudar substancialmente a Constituição da Igreja porque a sistematica de mudanças impõe a ditadura da minoria.
    A intenção original era resguardar de mudanças ao sabor dos modismos, mas isso se tornou uma prisão para se fazer mudanças necessárias e consistentes. (Tenho muito a dizer ainda)…

     
  9. Rev. Normando

    1 outubro, 2007 at 12:08 pm

    Sempre me posicionei contrário às propostas de reforma da nossa CI. Defenbdo que no todo ela é muito boa. Emendas sim, podem ser pertinentes, pois seriam mudanças apenas em alguns aspectos. Pelo que temos observado nos últimos anos, a IPB não está aberta nem para emendas, pois das que têm sido proopostas, a maioria absoluta tem sido rejeitada pelos presbitérios.
    Quanto aos Sínodos, penso que eles tem papel importante para não sobrecarregar o SC. Numa proposta de reforma da CI que foi rejeitada por ter sido encaminhada de forma inscontitucional ( Lavras 1988), era prevista a extinção dos sínodos, mas não apresentaram alternativas para a CE/SC, hoje composta também pelos presidentes de sínodos. A CE/Sc naquela proposta ficava mutilada, composta apenas da “mesa” do SC.
    Entendo que os nossos concílios têm funcinado bem. As falhas não estã ligadas, necessariamente, à CI, mas à forma de conduzir as reuniões e isso sempre ocorrerá, pois por mais competentes que sejam os nossos líderes, estão sujeitos aos equívocos. Naturalmente a nossa CI e os nossos sregimentos não são infalíveis ( Só a Bíblia é infalível e inerrante) e, portanto, estão sujeitos às emendas. Dou graças a Deus por aqueles irmãos que nos antecederam, em 1950, por produzirem, dentro das limitações humanas, um documento tão completo e estável. o grande desafio para a nossa geração, além de observarmos pontos passíveis de emendas, para melhor andamento da obra, zelarmos para que a nossa CI seja respeitada e praticada.
    Abraços
    Normando, de Montes Claros-MG

     
  10. Presb. Wellinton Tesch Sabaini

    3 outubro, 2007 at 12:00 pm

    Como gestor e administrador organizacional, há algum tempo venho pensando no “modus operandi” dos Presbitérios, Sínodos e SC. Sendo um dos representantes da minha Igreja local no Presbitério, onde as reuniões geralmente se estendem noite adentro, quantas vezes ficava pensando numa forma de agilizar os trabalhos, sem contudo deixar de abordar todos assuntos de forma democrática e com as cautelas devidas. É uma equação difícil.

    Especificamente no que diz respeito ao funcionamento do SC, creio que a situação vai ficar insustentável com o aumento de Presbitérios e Sínodos, que ocorre a cada ano. Ao invés de 900 delegados poderemos ter 1.500, por exemplo. Tal situação pode ser amenizada da seguinte forma:

    1º) Os Sínodos poderiam ter abrangência Regional, ficando dentro do próprio Estado da Federação, geograficamente falando. Por exemplo, o Estado do ES poderia ter apenas um Sínodo. Estados maiores como SP e MG poderiam ter dois ou três Sínodos, estebelecidos conforme a região e a quantidade de igrejas/membros. Desse modo, teríamos uns 40 Sínodos, no máximo.

    2º) Aumentar a exigência para criação/desdobramentos de Presbitérios. Por exemplo, um Presbitério teria que ter no mínimo 10 Igrejas locais constituídas para ser Presbitério.

    3º) Os Presbitérios poderiam enviar ao SC de 1 (mínimo) a 3 delegados (máximo), de acordo com a quantidade de igrejas/membros de cada Presbitério. Seria usado o critério de representatividade. Presbitérios “pequenos” enviariam um delegado. Presbitérios maiores, enviaram dois ou três.

    4º) O SC patrocinaria o desenvolvimento e implantação de um grande sistema gestor da IPB (sei que existe algo nesse sentido), via Internet, com módulos estatísticos, registro de atas, processos eclesiásticos, fluxograma, comunicações diversas, tesouraria, entre outros, visando facilitar a obtenção e divulgação de dados, agilizando os relatórios e reuniões dos concílios e comissões, inclusive evitando a tramitação de documentos e processos sem a devida ordem regimental. No caso, o SC ajudaria (financeiramente) as Igrejas que possuem dificuldade financeira a terem computador e acesso a Internet.

    Bom, são sugestões simples e que carecem de mais analise e discussões. De qualquer forma, espero ter contribuído.

    Parabéns ao Rev. Ludgero pela iniciativa de abrir este espaço para opiniões e debates.

    Presb. Wellinton – Vitória-ES.

     
  11. Rev. Gilberto Silva

    5 outubro, 2007 at 11:35 am

    Achei muito bom o comentário do Presb. Wellinton. Concordo quando diz que a multiplicação de presbitérios com o atual numero minino de igrejas vai agigantar de forma insustentável as reuniões do SC.
    Mas me pergunto se é justo que o ES, que tem IPB em quase a totalidade dos municípios deveria ser relegado a uma representação menor, enquanto estados mais populosos e com muitas cidades não forma alcançados de modo significativo.
    (Eu sou mineiro de nascimento e ali exerci o ministério até 1999).

     
  12. marcos antonio guimaraes

    1 novembro, 2007 at 11:22 am

    A CI/IPB tem servido bem a igreja precisa de passar por uma atualização, fortalecendo os sinodos e colocando os presidentes do presbitérios na CE dos sinodos. o anteprojetode reforma por mim preparado envido pelo PRVM não era propriamente um reforma e sim um aprimoramento da atual CI/IPB. Estou disposto a encaminha-lo ao concilioque quiser conhecer e envia-lo como seu ao SC/IPB.Pb Marcos Antonio Guimaraes – IPB – Raul Soares

     
  13. wanderson ferreira lopes

    12 novembro, 2007 at 11:54 am

    por que vcs não divulgaram meus comentários feitos há mais de um mês – quase dois para ser mais exato – nem me responderam no e-mail? não gostaram dos comentários? se foi isso, a IPB é democrática ou ditatorial? amo esta igreja e gostaria de ser respeitado e ouvido/respondido quando me pronunciar. que Deus os dê amor e segurança quanto ao credo da IPB e das vossas convicções na Palavra de Deus. aguardo RESPOSTA. e que Deus nos abençoe e ilumine a todos.

     
  14. Rev. Ludgero

    12 novembro, 2007 at 7:39 pm

    Estimado irmão

    Tenho procurado postar todas as participações em nosso blog. Devo confessar que não recebi a sua, por isto não a postei. Mande novamente, se vier em linguagem própria e no tom cordial dos participantes, será postada.

    Obrigado por sua participação

    Ludgero Morais
    SE-SC-IPB

     
  15. Áser Barros de Paul

    14 novembro, 2007 at 10:08 am

    Goataria muitissimo de saber, e com urgencia, a possição da IBP acerca do CASAMENTO MISTO. Alguns pastores da IPB realizam, outros nao. Sao seria o caso da IBP se possionar sobre o assunto?

     
  16. rev Paulo César Belan

    19 novembro, 2007 at 1:53 pm

    Quero expressar a Deus minha gratidão pela nossa querida IPB bem como a sua condução através desta brilhante CE que laboriosamente, com zelo e fervor, procura manter os marcos antigos, e sempre reformando, que o Senhor Deus continue abençoá-los nesta árdua missão. A Congregação Presbiteriana em Tabatinga ora e festeja a caminhada desta CE, continuem sempre na depedência do Soberano Senhor de nossos corações, paulo César Belan

     
  17. Antonio Nascimento de Freitas

    29 novembro, 2007 at 2:32 pm

    Rev. Ludgero, obrigado e parabéns por mais esta iniciativa. Quero dizer que realmente precisamos rever o nosso conceito de representatividade. Temos que expurgar esta perda de tempo que temos em nossas reuniões e parar de aprovar e acelerar documentos na calada da noite(os olhos de Deus estão em todos os lugares).

    Querido rev. que DEUS continue de abençoando, Ele é fiel.

     
  18. Carlos Lysias Brossi da Cunha

    2 dezembro, 2007 at 11:43 am

    Aos amados lideres Presbiterianos.

    Sou membro desta amada Igreja há 49 anos.
    Espero que suas decisões sejam pautadas nas e Escrituras em sua plenitude , tendo como base a reforma e não em texto isolados ,identificando-se com muitos de outras denominações ,que assim o fazém.

    Que Deus abeçoe a todos.

    carloslysias@terra.com.br

     
  19. Rev. João d'Eça

    14 dezembro, 2007 at 4:54 pm

    Quero concordar com a proposta do presbítero Welington Sabaini, pois a mesma, no meu ponto de vista, é ideal para se iniciar uma reformulação na Organização Conciliar da nossa Igreja Presbiteriana do Brasil.

    Creio que a nossa CI está ultrapassada, pois 1950 era um tempo total e completamente diferente do nosso em todos os aspectos. O mundo mudou, mas nossa CI ainda reflete uma época passada e que não tem nada a ver com a época de hoje. Creio que até a nossa eclesiologia deveria ser repensada.

    Acho que a maior vantagem obtida na extinção dos Sínodos, será o enxugamento do número de participantes, tornando as reuniões mais objetivas.

    Rev. João d’Eça
    SLZ/MA

     
  20. william pires nunes

    21 janeiro, 2008 at 9:20 pm

    Amados governantes de nossa também amada IPB, Graça e paz…
    gostaria de parabeniza-los pelos acertos administrativos e na oportunidade propor que nossos líderes buscassem um maior entrosamento ou se preferirem um maior desempenho ao “IDE”, falo isso, pois em reunião de nosso conselho local um presbítero perguntou: Para quê enviar os dízimos ao supremo concílio se esse dinheiro não volta de nehuma maneira para nossa igreja? Após amplo debate chegamos a triste constatação de que realmente não queremos diplomas de fidelidade e sim esses nossos líderes pregando em nossas igrejas não importando o tamanho delas, queremos nossos líderes exercendo o verdadeiro Ide à todo mundo e não somente as grandes capitais e grandes igrejas, na oportunidade digo que eu pessoalmente já tive o previlégio de ouvir o Rev. Cláudio Marra falando da comunicação e também o Rev. Marco Serjo falando da diaconia e confesso foram seminários edificantes e contribuíram para o engrandecimento e fortalecimento de nossa amada IPB no interior dos estados, por isso rogo humildemente a DEUS que fale ao coração de nossos amados e respeitados líderes e que deixem um pouco as lagostas gratinadas e redescubram outras iguarias pelo interior desse nosso Brasil.

     
  21. Rev. Normando

    1 fevereiro, 2008 at 7:56 am

    Irmão William:
    Sou pastor no Norte de Minas e a nossa experiência tem sido muito positiva quanto à “presença” da liderança nacional da nossa denominação. Tivemos parceria com a JMN por vários anos(encerrou-se em 2007).Recebemos a visita do presidente do SC e outros( Os que tenho conhecimento:Rev. Boanerges Ribeiro, Rev. Edésio Chéquer, Rev. Wilson de Souza Lopes,Rev. Guilhermino Cunha e, mais recentemente, do nosso Secretário Executivo Rev. Ludgero (duas vezes, uma em Salinas outra em Montes Claros) e do presidente do SC Rev. Roberto Brasileiro (duas vezes, uma em Montes Claros, outra em Pirapora).
    Abraços
    Normando

     
  22. Evangelista Gilberto Penha de Andrade

    2 fevereiro, 2008 at 3:57 pm

    Lendo algumas resoluções que são pulblicadas no Brasil Presbiteriano, a gente percebe que não existe muita filtragem nos presbitérios e Sinodos para com o envio de documentos ao Supremo concilio,eu acho quem deve selecionar os assuntos relevantes ou não para serem tratados na reunião do Supremo Concilio é O Sinodo que deveria fazer isto,então se sinodo filtra e tenta resolver junto aos presidentes de presbitérios certos assuntos, muita coisa seria resolvida no próprio Sinodo,outra coisa eu sei que um assunto que toma muito tempo nas reuniões do Supremo Concílio é sobre as autarquias, seminarios, institutos, missões etc. Eu sou da opinião que dessem o controle dessas autarquias para os Sinodos e PResbitérios localizados na região destas autarquias, sendo assim, assuntos como do Mackenzie, seriam resolvidos pelo Sinodo da Região do Mackenzie, e assim por diante. E com certeza se certas responssabilidades são passadas para Sinodos e Presbitérios, a reunião do Supremo Concílio seria mais espiritual e menos administrativa como citou o O pastor Sobre O supreno Concilio da Igreja Americana que em 5 minutos resolveu tudo, eu acho que nós PResbiterianos por sermos um povo estudioso, devemo aprender também a ser mais prático, não tem como ficar tres dias num concilio resolvendo coisas que os sinodos poderiam ter resolvido e assim diminuindo a quantidade de documentos que muitas das vezes não vão chegar a lugar algum!

     
  23. gilmar mendes da silva

    5 fevereiro, 2008 at 11:43 am

    Graça e paz

    Este é blog da 1ª Igreja Presbiteriana do Janga.

    Envie para as igrejas presbiterianas este Blog

    Estamos melhorando este bolg, m,as já pode acessar .
    Quero colocar também em nosso blog , assuntos da Secretaria Executiva SC.

    Este é o endereço do blog da 1ª Igreja do P. do Janga
    Ipj.zip.net

    Pastor Gilmar mendes

     
  24. william pires nunes

    8 fevereiro, 2008 at 10:44 pm

    Amado Rev. Normando, Graça e Paz…
    Considero o norte de minas uma região abençoada e promissora por receber nossos líderes, mas acredito que deve-se ao fato de ainda haver cidades em MG que não possui nenhuma igreja evangêlica, conforme informações do também amado Rev. Jeremias Pereira, mas quando fiz referência ao verdadeiro ide o fiz não generalizando, pois conforme relatado citei dois pastores que fazem parte de nossa liderança e corrigindo-me também cito o Rev. Ludgero que nos agraciou com sua presença e derramou a sua unção de encorajamento e fortalecimento ao presbitério no qual faço parte, mas o que realmente queria é que nossos líderes tratassem as questões mais a nível de presbitérios e sínodos como também pensa o Evangelista Roberto, descendo até estes concílios e preparando e capacitando mais pastores e presbíteros de nossa amada IPB, pois ainda existem pastores e presbíteros que não aprenderam que somos uma denominação conciliar e comparecem para os concílios totalmente despreparados e sem nenhum entendimento de nosso manual no qual considero necessitar de uma revisão.
    na certeza do amor de Cristo despeço-me fraternalmente.

     
  25. Rev. Normando

    11 fevereiro, 2008 at 8:58 am

    Prezado irmão Gilberto, que prazer te “encontrar” aqui!
    Penso que se os RI dos concílios forem levados a sério as nossas reuniões serão objetivas e produtivas. O SC e a sua CE são verdadeiras escolas de ordem parlamentar. Eu aconselho aos presbíteros,pastores,seminaristas, evangelistas e líderes em geral, mesmo sem ser membros efetivos, que se esforcem para participar dessas reuniões do SC e da CE/SC com o objetivo de observar a ordem dos trabalhos.Minha primeira experiência com o SC foi em 1990. Como aprendi naquela reunião e como tenho aprendido com essas oportunidades que Deus tem me dado de participar dessas reuniões!
    Quanto ao excesso de documentos: Essa angústia pelos muitos assuntos encaminhados aos concílios, sendo alguns deles julgados simples ou desnecessários, é muito comum. A “filtragem”, entretanto, pode ferir o direito daqueles que têm dúvidas ou propostas, de se manifestarem. Creio que esse problema que o irmão observa, é o preço da “democracia”. O que julgamos desnecessário, irrelevante, simples, pode ser entendido de outra maneira por outros. Se estão encaminhando pelos trâmites constitucionais,os seus documentos devem ser recebidos e analisados e respeitosamente respondidos.Coloquei o termo “democracia” entre aspas por julgar que, em se tratando do sistema presbiteriano, ou do governo da Igreja em geral,só podemos utilizá-lo em certo sentido. Afinal, no que concerne à Igreja, não podemos levar às últimas conseqüências o conceito de “governo do povo, pelo povo e para o povo”.
    Abraços
    Normando

     
  26. Rev. Aramilson da Silveira Salazar

    12 fevereiro, 2008 at 9:58 pm

    Amados irmãos,

    lendo os comentários feitos vemos como é importante o nosso sistema de governo, pois se assim não fora, não poderiamos ver divulgado tantas opiniões, penso eu que um dos comentários feitos pelo Rev. Jedeías deve ser muito bem observado, pois já estamos vivendo um verdadeiro governo representativo em nossa denominação. Precisamos aprender que o prórpio nome de secretário executivo representa, receber, ordenar, executar no sistema civil é o Ministro chefe da casa civil. Outras opiniões como a de acabar com os sínodos, alegando que os mesmos não trabalha, isso ocorre por uma visão de dessinteresse pelo verdadeiro crescimento da Igreja, precisamos observar um pouco melhor o que preceitua a nossa constituição, tão importante, mais só usada em momentos que me interessam, vamos voltar a estudar a nossa Constituição ela é importante? vamos aprende-la, cumpri-la. Que deus nos abençoe.
    Rev. Aramilson

     
  27. Rev. Aramilson da Silveira Salazar

    12 fevereiro, 2008 at 9:59 pm

    Peço apenas que onde voce ler Deus em letra minúscula leia em maiúscula.
    Grato
    Aramilson

     
  28. Rev. Aramilson da Silveira Salazar

    12 fevereiro, 2008 at 10:03 pm

    Amados,
    O rev. Normandofez um comentário interessante, se formos as nossas reuniões conciliares com a visão bem aberta, teriamos ali uma aula de conciência politica cristã.
    Deus abençoe.

     
  29. Welliton José Roque

    13 fevereiro, 2008 at 4:33 pm

    Prezado Irmaos Pastores Presbiteriano,
    De fato eu louvo a Deus pela vida desta Igreja e pelo corpo regentes da mesma…
    Mas gostaria de me portar semelhantemente a alguns pastores que deixaram aqui seus comentários quanto ao tempo das reunioes do nosso amado Concílio.
    Não desmerecendo a CE/SC, eu tambem creio que muitos dos assuntos de nossos Presbitérios teriam ja sido resolvidos se o Supremo tivesse mais tempo para assim fazer.
    E tambem creio que nossos amados delegados deveriam ir a essa valiosa reunião certo de que o tempo a Deus pertence..
    Sem mais.
    Que Deus nos abençoe

     
  30. Rev. Normando

    13 fevereiro, 2008 at 10:39 pm

    Irmão Wellington:
    A sua advertência é pertinente. Todos os presbíteros (docentes e regentes) devem atentar para a data das convocações dos concílios, evitando esvaziamento dos plenários no final das reuniões e aquela pressa para tratar de assuntos tão importantes. Não devemos ser morosos e perder tempo, mas também não devemos correr com um trabalho tão importante para a vida da Igreja. Isso vale para reuniões de todos os concílios.
    Abraços,
    Normando

     
  31. Evangelista Gilberto

    14 fevereiro, 2008 at 6:50 pm

    “OI reverendo Normando Sinto muitas saudades estou atualmente na cidade de Ipatinga, gostaria de te agradecer pelo apoio que me deu nesta minha vinda para cá.”

    Com relação as convocações, no quitange a valorizar a convocação feita pela CE/SC, eu vejo que isto tem como raiz uma uma situação complexa que parte do pulpito das nossas igrejas, os maiores influenciadores para defender a bandeira da igreja deveriam ser os obreiros ordenados ou não, no entanto em encontros de obreiros,converssando particularmente com alguns obreiros,a gente percebe que há um grande esfriamento com relação as nossas raizes teologicas,e o resultado de desvalorizar mesmo que de forma sutil será: A não valorização dos nossos concilios!Quem de fato não veste a camisa confessional ,também não investe com presença nem dizimo ao supremo concilio, então não vêem como importante atender a uma convocação da CE/SC,provocando uma rebelião silenciosa para com os credos que professamos no dia do nosso batismo:”obediência”

     
  32. Italo Peyroton

    15 fevereiro, 2008 at 2:07 pm

    É impressionante como os pastores de hoje têm abandonado o princípio regulador do culto e se aproximado de uma teologia neoliberal em busca de um crescimento instantâneo de suas igrejas deixando assim de cumprir a vontade de Deus, que se expressa claramente pelas Escrituras Sagradas. Devemos doutrinar nossas igrejas novamente e não permitir que esse fogo estranho tome conta da verdadeira adoração.
    Aos amigos reformados,
    Sola Scripturae!

     
  33. Rev. Normando

    15 fevereiro, 2008 at 5:08 pm

    Prezado irmão Evangelista Gilberto:
    É verdade. Alguns até tentam ridicularizar as reuniões dos concílios, como se fossem perda de tempo. Um pastor que escreveu muitos livros e fez muito sucesso nas décadas de 70 e 80 no seio da nossa denominação (Infelizmente hoje adotou um liberalismo terrível no discurso e na prática), escreveu em um dos seus livros que reunião de presbitério era para corrigir vírgula e ponto e vírgula em livro de atas. Como esse, muitos formadores de opinião criam esse imaginário da inutilidade de nossas reuniões. É lamentável, mas sou esperançoso, pois, parece-me que os nossos seminários, de forma geral, estão numa boa fase e a chave para corrigirmos essas distorções, como o você disse, é o púlpito e demais ações pastorais.
    que Deus continue abençoando ricamente o seu miistério e que vc o realize, como tem feito até agora, com zêlo e seriedade, na dependência do Senhor.
    Abraços
    Normando

     
  34. Rev. Normando

    15 fevereiro, 2008 at 5:17 pm

    Irmão Italo:
    É lamentável mesmo esse desejo de crescimento a qualquer custo. Deveríamos crer somente no poder de Deus e esperar o crecimento genuíno. Os artifícios revelam falta de fé. Esperamos um reavivamento que conduza a todos novamente às Escrituras, pela fé. É como escreveu o Rev. Cleómenes no seu livro “Louvor e Vida”: “Deus nos livre da frieza espiritual e do fogo artificial”.Alegramo-nos, entretanto, pelo grande número de presbíteros (regentes e docentes),seminaristas e líderes em geral que tem fortalecido as suas convicções bíblicas/reformadas em nosso meio.Quem sabe isso já não seja o anúncio de uma reforma?
    Abs.
    Normando

     
  35. Evangelista Gilberto

    15 fevereiro, 2008 at 8:58 pm

    Eu posso até ser apedrejado pelo que vou falar,mas os oficiais que representam a igreja na reunião do Supremo concilio, são os que são eleitos em primeira instância por nossas igrejas,se eles não estão a altura para se definirem teologicamente é porque a opinião dos crentes ao votar tem se baseado no presbitero camarada,e isto não é o mais importante,os pre´-requisitos além de estarem nas escrituras fazem parte também da Constituição da IPB, Se elegemos neofitos para o presbiterato,teremos neofitos nos presbitérios,sinodos e até no Supremo concilio participando de decisões que podem mudar o futuro da igreja,positivamente ou negativamente,então quando o irmão acima :”Italo”, fala da visão Neo-liberal de crescimento da igreja, essa onda já pegou até igrejas mais doutrinadas,por que o desepero do culto vazio, leva o presbitério a pressionar o pastor que por sua vez pressiona o evangelista ou missionario a um crescimento estilo Universsal, se o evangelista não for doutrinariamente firme nas convicções reformadas, cai na ondinha que está passando, e a sua igreja se definha por faltar palavra.Começa a entrar na era de alimentar a igreja com eventos,pois os crentes não aguentam mais um culto de liturgia reformada.

     
  36. André Luiz de Paula Teles

    17 fevereiro, 2008 at 2:43 pm

    Irmãos Amados,

    Gostaria de falar a respeito da minha tristeza no cumprimento de algumas resoluções do SC-IPB, a respeito da Maçonaria por exemplo foi proibido em resumo toda crença e prática desta seita na IPB e aquele que ainda continuar nessa prática pecaminosa estará sujeito a algumas penalidades, e tivemos pessoas afastadas por causa disso e até ministros. Outra resolução que é mais patente nas IPB’s é em relação ao não obedecer a essas resoluções, quanto à citada acima não sei como está sendo tratada e aplicada, mas em relação a aplicação da resolução a respeito de danças litúrgicas e coreografias muitas das nossas igrejas continuam na prática disso e nas conversas informais com os pastores que fazem parte da secretaria executiva de presbitérios e concílios sabem disso e não fazem nada a mais do que poderiam fazer além de orar. Precisa-se de ação, alguém já disse: oração sem ação é pura pretenção! Precisa-se de coragem pra agir!!!
    Sou do Prebitério Setentrional, nos desvinculamos do então Presbitério Amazonas-Roraima, e o Presbitério Amazonas por exemplo, conheço uma igreja apenas de tradição reformada é a Igreja Presbiteriana Cidade Nova, pastoreada pelo Rev. Jaime Marcelino de Jesus, o restante, peço perdão se estou esquecendo ou não conheço outra deste Presbitério, todas têm abertamente práticado aquilo que citei acima e não é tomado atitudes exemplo: Secretários Executivos venham “assistir o show” da Primeira Igreja Presbiteriana de Manaus pastoreada pelo Rev. José João e verão a respeito do que falo, mas em resumo deixo minha tristeza por que isso tudo é apenas assistido como um programa de tv e espera-se não sei pelo que para tomar decisões práticas.
    Reconheço que não é simples, mas deve-se agir para a Glória de Deus e o bem do seu povo. A Igreja é de Deus, a responsabilidade está, por assim dizer, nas vossas mãos líderes dela. Vocês são autoridade sob Autoridade, a chave do reino dos céus foram entregues a vocês.

    André Luiz, 20 anos, Manaus, Amazonas, eleito e salvo, Membro da Segunda Igreja Presbiteriana de Manaus, uma Congregação, e-mail: andreluiz1987@hotmail.com
    Não tenho medo a respeito das coisas que disse acima, mas não quis ser desrespeitoso para com os líderes da IPB, precisa-se de coragem e posso testemunhar disso perante Cristo que as coisas são de fato assim, bom senso para todos nós.

    Graça e Paz.

     
  37. william pires nunes

    18 fevereiro, 2008 at 9:35 pm

    andré luiz, concordo com vc em todos os graus, pois estou passando por problemas na igreja que pertenço, pois em reunião do conselho o pastor disse que não deveríamos mexer em questões doutrinárias, pois se assim fizéssemos teríamos que colocar o diácono que vende cigarros em disciplina, teríamos de afastar jovens que participam de festas mundanas, mas o que mais machuca é que tudo deveu-se ao fato de termos comentado se o pastor sabia se seu filho estava usando brinco e ele disse que sabia e ao ser questionado qual seria o seu pensamento ele disse não ter nada de mais, para mim foi o fim, pois se o pastor da igreja não domina e controla o seu próprio lar, como poderá conduzir um rebanho? É lamentável tais fatos, mais também acho que nossas igrejas elegem amiguinhos e não homens presbiterianos preparados.

     
  38. Evangelista Gilberto

    19 fevereiro, 2008 at 12:03 am

    Queridos irmãos André Luis e wiliam pires Nunes, essa colocação que você falou irmão wiliam é a mais pura verdade, num encontro de obreiros em Palmas uma vez um pastor jubilado que dormia no mesmo quarto que eu disse: ” Minino sai fora desse negócio de evangelista, pois evangelista não é nada”, e me contou sobre alguns evangelistas que haviam voltado para vida secular,nós da classe dos Evangelistas estamos num processo de extinção justamente pelo fato da visão neo-liberal de que você não pode falar a verdade na igreja, a igreja não pode ser odiada, tem que se aculturar para ganhar a sociedade, tem que se politizar para poder manobrar a cidade para Glória de Deus, eu e você sabemos que tudo isto é mentira! POis bem o que leva pastores e evangelitas presbiterianos não doutrinarem a igreja? R: O medo de perder o emprego pastoral, existem obreiros que batem palmas para o erro em nome da segurança financeira,este tem sido o nosso problema, não alcançarmos como deveriamos pois faltam obreiros, a um acumulo de pastores ordenados sem campo, há uma carencia de novas igrejas nos meios rurais e urbanos,Evangelistas sérios chamados por Deus ainda seguram a corda, mas muitos começam como evangelista mas logo querem ser pastores,por que,pois o evangelista é uma função e não um ofício, e justamente por não ser um ofício é que muitos ou largam para lá, ou saem disto e vão para os seminários mesmo sem chamado, tudo pelo estatus de ser chamado reverendo,se a IPB der uma apertada teológica nos Reverendos que foram ordenados neste Brasil de meu Deus, vai perceber que nós estamos sofrendo uma hemetamorfose, e eu diria não muito positiva, o irmão wilian pintou o retrato da nossa ipb e fora as coisas que não sabemos,mas tudo está na raiz, se a igreja volta a bíblia ela automaticamente volta para Deus!

     
  39. André Luiz

    20 fevereiro, 2008 at 5:44 pm

    Meu caro irmão William Pires,

    É a situação não é fácil, quando cito isso que escrevi e o vejo nessas suas palavras o nosso coração que ama o Senhor e essa igreja, a IPB, deve chorar por dentro e por fora, oremos na presente situação esperando que se aja em relação a tudo isso que tem acontecido. Tem-se medo de perder a membresia e não tem-se medo ou temor dos castigos de Deus quando se desobedece, medo de perder status, mas não a aprovação de Deus e, isso no meio da liderança. Concordo que a igreja não generalizando é claro tem escolhido pessoas para a líderança de igrejas por necessidade, pelo seu status, situação sócio-econômica, etc. e não é bem por aí…
    Ex: Presbítero regente é aquele de uma condição mais abastada, que tenha um veículo do ano, uma casa boa… e o Diácono é aquele talvez mais humilde, zeloso para com os bens da igreja e etc. Fazem estereótipos, tudo bem que algumas coisas não são tão incovenientes assim, mas acima de tudo eles tem que entrar no padrão de 1 e 2 Timóteo e Tito, as cartas pastorais, no critério da qualidades para o ofício, e não se deve por as mãos sobre eles precipitadamente. É preciso uma Reforma, aliás uma “Igreja Reformada sempre se Reformado”, como já disseram.

    Graça e Paz.

     
  40. Pb.juscelino dos Santos disse:

    4 março, 2008 at 9:24 pm

    não vejo nenhuma nessecidade de fazer mudanças ou acréssimo na CI. de nossa igreja até odia de hoje; o que eu estou sempre vendo é uma insubordinção dos nossos concilios de um para com o outro, todas as decisões que são tomadas por um concilio superior são renegadas pelo concilio inferior, e isto é uma falta grave de nossos concilios, se nos que somos lideres damos mau exempro como fica o rebanho que esta sempre olhando para nós; a nossa constituição e a melhor constituiçaõ de sistema ecresiástico de governo, só falta ela ser cumprida por todo rebanho desta amada igreja. Pb. juscelino IPB. Coelho, São Gonçalo RJ.
    Abraço fraternal.

     
  41. Rev. Normando

    5 março, 2008 at 5:52 pm

    Pb Juscelino:
    Concordo com o sr.: O nosso sisttema de governo, expresso nos documentos CI,CD,PL, é muito bom. Refletem princípios exarados da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, nossa única regra de fé e de prática.Talvez esses documentos necessitem de algum ajuste, mas não mudança substancial( Poucas são as propostas de emendas que têm sido aprovadas. Houve um período relativamente longo na história recente da nossa Igreja quando se insistiu em propostas de reforma da CI,CD,PL. Todas elas felizmente rejeitdas pela IPB).
    Se levarmos esses documentos a sério, o trabalho caminhará bem. Além disso, quando fomos ordenados, afirmamos, livre e solenemente, aceitar a doutrina e o governo da Igreja Presbiteriana do Brasil.
    Abraços
    Normando

     
  42. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    15 março, 2008 at 7:33 pm

    Queridos Reformados Presbiterianos.
    É maravilhos ver gente nova manifestando-se contra as arbitrariedades cometidas contra nosso sistema doutrinário, cito gente como André Luiz, Italo (20 e 18 anos). Não desconsidero as palavras duras, mas necessárias do Evangelista Gilberto. Aliás, se atirarem pedras em você pelo que disse, empresto meu ombro para fazer o mesmo comigo, pois nestas suas palavras há preocupação com o que é santo, é puro, é legítimo e… ser apedrejado por isso é ser honrado. Deus abençoe você em sua luta.
    Italo Peyreton, que saudades! Você é um menino valoroso! A Igreja Presbiteriana do Brasil precisa conhecer seus préstimos e sua convicção Calvinista. Continue assim. Você é uma das esperanças que temos para, como alguém disse acima, começarmos uma nova Reforma na IPB. Quero ver sua opinião no link de “danças litúrgicas” e não se esqueça de mandar-me e-mails.
    Dilécio

     
  43. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    15 março, 2008 at 8:01 pm

    Caro irmão Evangelista Gilberto.
    O círculo vicioso, apresentado acima por você, é extremamente preocupante.
    Nesse País de dimensões continentais onde está inserida a IPB, deve ser extremamente difícil desenvolver um sistema de supervisão quanto à capacitação de líderes oficiais da Igreja – os representantes nos concílios.
    Ufa! Que difícil!
    Sabemos perfeitamente que tais representantes quando não são habilitados na doutrina, liturgia, constituição da IPB e visão adminstrativa da Igreja, nunca poderão representar a Igreja ou Concílios satisfatoriamente. Além do que, eles ajudam a criar as leis e decisões norteadoras da Igreja. Imagine para que lado a igreja vai com líderes despreparados! Creio ser essa sua preocupação.
    Acredito que muitas igrejas locais, donde devem emanar tais pessoas, estão despreparadas para treinar, ensinar e enviar tais homens, por isso o desregramento tão acentuado.
    Penso que a raiz do problema está no preparo dos obreiros (Pastores), aliás, eles também vêm da Igreja local, que muitas vezes não os preparou como crentes, humildes, tementes a Deus e respeitadores das doutrinas da Igreja. Por isso, vão para os Seminários (que não têm o papel de fazer pastores) e voltam para as igrejas com gravatas, colarinhos clericais e muita arrogência no coração. Juram fidelidade na colação de grau, juram fidelidade diante dos presbitérios e depois… negam tudo na prática, pois desejam ter um ministério pragmático, cujos resultados finais não importem com os meios. Que loucura!
    Seguindo o raciocínio, imagine este “ministro” despreparado e descompromissado com a Igreja na tarefa de preparar líderes para a representação superior! Que fracasso.
    Assim, o círculo vicioso continua… continua… continua.
    A Igreja precisa de Pastores com “P” MAIÚSCULO. Não suportamos pastorecos tentando dar uma de pastor. Com todo respeito, é claro. Só que já estamos cansados de ver gente cantando: “Sou Bacharel em Teologia”, sou “Pós”, sou “PhD”. Grandes coisas, quando não se é servo de Deus! Precisamos de gente que ame a Igreja. Que se preocupe com ela. Que a defenda contra as invasões. Que treine os presbíteros e os capacite para fazer a obra de Deus corretamente.
    Gilberto. Vamos orar para que assim seja em nossa IPB.
    Creio que a IPB deve já estar preocupada com essa capacitação de presbíteros e pastores e que em breve isso seja manifesto em termos práticos.
    Obs.: Não estou, de maneira nenhuma generalizando sobre líderes. Temos muitos e grandes líderes na IPB. Gente que devemos apresentar diante de Deus com ações de graças. Mas… o desafio continua…
    Rev. Dilécio
    revdil@ig.com.br

     
  44. Ivone

    16 março, 2008 at 9:28 pm

    Sou um simples membro da IPB que olha a igreja sem crescimento. Tá difícil encontrar irmãos que queiram gastar sola de sapato, gastar combustível de seu carro, passar calor subindo morro, passar com o seu carro por buracos ou lama, chorar com os que choram, caminhar a segunda milha, entrar no vale de ossos secos. Enquanto isso, nossos vizinhos morrem sem Cristo, passam fome, gemem. Estamos pregando só dentro das quatro paredes do templo, com quatro gatos pingados dentro da igreja e está bom assim. Pastores “falando difícil” e o irmãozinho analfabeto sentado no banco sem entender nada, Precisamos de “Paulos” na igreja. Precisamos entender que a pregação do evangelho deve estar acima de salários rechonchudos de certos pastores. Se o pastor ganha bem, faz plantão na igreja, visita, etc. Caso contrário, aparece só nos cultos e esquece que tem rebanho. Comem a ovelha gorda, desfrutam da lã e coitadinhas das desgarradas e das feridas. Enquanto as outras igrejas evangélicas tem um templo em cada esquina, nós ainda estamos lutando por uma igreja em cada município. Estamos ficando muito para trás se não arregassármos as mangas ao invés de estarmos preocupados com liturgia, leis da igreja e etc.

     
  45. Rev. Normando

    17 março, 2008 at 12:13 pm

    Ivone:
    Infelizmente existem falsos pastores na Igreja de Deus desde os tempos do AT. São abundantes as referências bíblicas que tratam daqueles que apascentam a si mesmos. Tais dificuldades sempre foram vencidas com a verdadeira reforma e avivamento espirituais. Oremos por isso na nossa geração.
    Discordo das suas generalizações. Creio tratar-se de injustiça para com a maioria dos ministros que são fiéis e dedicados à sua nobre missão. Se é do seu conhecimento algum ministro que está fazendo a obra do Senhor de forma inadequada, relapsa, inconveniente, cabe a você denunciar ao Presbitério que jurisdiciona tal ministro, pois é função privativa do Presbitério zelar para que os ministros cumpram fielmente a sua sagrada missão. Se você sabe de fatos assim e não tem denunciado, está pecando por omissão.
    Outro ponto que discordo da sua colocação é quanto ao “crescimento da Igreja” como parâmetro para analisar se estamos bem ou mal. Desejamos o crescimento numérico, mas não estamos dispostos a pagar qualquer preço por ele. Devemos “subir morros”, “gastar solas de sapato”, proclamando a Plavra em tempo e fora de tempo ( Pastores e membros da Igreja em geral são chamados para esse serviço), mas sempre lembrando que, plantar e regar é nossa obrigação, mas o crescimento vem de Deus. É possível que a falta de crescimento em nossas igrejas seja causado por falta de oração e proclamação por parte não só dos pastores, mas dos membros da Igreja em geral, mas não necessariamente. Precisamos avaliar cada caso.
    Por outro lado, o crescimento de outras igrejas que “têm templo em cada esquina”, não serve de argumento. O nosso argumento é a missão bíblica de evangelizar, pois não desejamos seguir o exemplo de muitas dessas igrejas que tem crescido tanto. Grande parte delas tem crescido por oferecer pães e peixes às multidões e não porque estejam pregando o puro Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo.Aliás, quando você insinua que o trabalho é feito por pastores interessados apenas nos “salários rechonchudos”, revela desconhecer a IPB que se espalha por esse país de dimensões continentais com realidades diversas. Sugiro-lhe pesquisar sobre o sustento dos pastores que atuam fora dos grandes centros, em regiões pobres da nossa pátria. Além disso, é preciso lembrar que esândalos financeiros tem acontecido muito justamente em algumas das Igrejas que mais crescem e “têm templos em cada esquina”. Os mercenários se multiplicam por lá. No nosso caso, se há algum ministro com “salário rechonchudo” ( Tenho certeza que se há, não são muitos), é algo que foi oferecido pela Igreja, segundo decisão do conselho ou outro concílio, reunido regularmente, democraticamente, enquanto em outros meios, os “pastores” são donos da Igreja e decidem por si mesmos.
    Na minha opinião, em parte você tem razão. Nós também enfrentamos o problema dos maus obreiros. Toda a Igreja deve orar para que Deus nos livre dos maus pastores e que haja um reavivamanento do ministério. Precisamos orar para que não só os pastres, mas todos nós tenhamos o verdadeiro fervor evangelístico e façamos diligentemente a obra do Senhor. Essa é a nossa missão como crentes. Digo-lhe, entretanto, que as suas gneralizações são injustas e devem ser motivo de sua relfexão diante de Deus.
    Em Cristo,
    Normando

     
  46. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    17 março, 2008 at 12:57 pm

    Querida irmão Ivone.
    Você não sabe o quanto concordo com suas palavras no que diz respeito a identidade com Cristo, o trabalho no seu reino e o negar-se a si mesmo, tomando a sua Cruz a a cada dia e seguindo-o.
    É extremamente perigoso generalizar. Quando assim acontece, ferimos quem não deveria ser ferido, pois há milhares e milhares de presbiterianos trabalhando amorosamente pelo reino de Deus neste grande Brasil.
    Acontece, que precisamos trabalhar unilateralmente por este reino. Pense num exército abandonando o quartel e partindo para o campo de batalha, abandonando o seu posto. Ele fica desguarnecido e à mercê do inimigo.
    Evangelizar.. Prraticar as obras de Deus em todos os seus setores distintos como maravilhosamente a irmã expôe acima, está perfeito. Contudo, minha querida irmã, não podemos deixar de cuidar da liturgia e doutrina da Igreja. Essa parte foi esquecida por muito tempo e o “inimigo dos presbiterianos” fizeram uma arruaça aqui dentro. HOJE, minha querida irmã, que foi aberto este espaço, estamos fazendo uso dele, para lutar contra essa desgraceira toda que trouxeram aqui para dentro.
    Não é só importante manifestar nosso repúdio contra isso. É importantíssimo. Uma coisa não excui a outra. Nem a causa defendida pela irmã pode anular e questionar qualquer atitude dos VERDADEIROS PRESBITERIANOS de se defenderem.
    Tente entender. Se você olhar para os escritos de Jesus, de Pedro, Paulo e outros, vai ver o quanto lutavam para não sofrer invasões e a liturgia da igreja é a PORTA ABERTA para o fracasso.
    Continue lutando pela causa que levantou e não omita a defesa pela luturgia que é tão importante como a outra, pois aqui estamos para isto estamos aqui: para adorarmos a Deus o restante é consequência de vidas transformadas por Deus.
    Se queiser falar comigo em particular: revdil@ig.com.br . Sou pastor da 1ª Igreja Presbiteriana de Barra do Piraí

     
  47. Rev. Normando

    17 março, 2008 at 1:42 pm

    Ivone:
    Deixei escapar a observação sobre a sua última frase: “Estamos ficando muito para trás se não arregassármos as mangas ao invés de estarmos preocupados com liturgia, leis da igreja, etc” Você vê mesmo incompatibilidade entre trabalhar duro na evangelização e procupação com liturgia e leis da Igreja? Quando evangelizamos não estamos justamente desejando ser intrumentos de Deus para o recrutamento dos Seus adoradores que O adoram em Espírito e em Verdade? Se evangelizarmos sem nos procuparmos com liturgia (Culto, adoração) e com as leis da Igreja, segundo a Palavra de Cristo,o que estaremos fazendo mesmo? Evangelizar não é outra coisa senão fazer discipulos aptos para adorar a Deus segundo o que Ele mesmo requer na Sua Palavra. Discipulos que se integram na Igreja amada pelo Senhor e se dedicam a ela “Coluna e Baluarte da verdade”. Leia as epístolas pastorais e veja o que o apóstolo Paulo ensina a Tito e a Timóteo quanto à promoção “da fé que é dos eleitos de Deus”. Isso inclui o ensino da Sã Doutrina, colocar em ordem as coisas, elegendo presbíteros apegados à Palavra fiel e aptos para fazer calar os rebeldes e insubmissos a adoração pública, etc. Essas epístolas demonstram claramente o que é realmente importante no trabalho do Mestre.
    Essa separação entre evangelização, adoração e interesse pelas leis da Igreja ( São essas leis bíblicas ou não? Como poderão ser aplicadas para a glória de Deus?) é outro ponto que vc deve refletir à luz das Escrituras, em oração. Se nos esquecermos de pontos tão importantes talvez não fiquemos para trás no “Mercado evangélico”, pois atenderemos aos anseios dessa geração pervertida e corrupta, mas seremos reprovados pelo Senhor, o que de fato é muito grave. O verdadeiro avivamento nos dá alegria espiritual genuína que nos leva à verdadeira adoração e à proclamação da pura verdade divina aos pecadores ( Sl 51.10-15).Que Deus nos livre da apatia, da indiferença, da frieza espiritual e também do pragmatismo superficial, pois ambos são desvios dos caminhos do Senhor!
    Abs.
    Normando

     
    • samuel pinheiro dias

      24 novembro, 2012 at 7:37 pm

      sou membro da igreja presb. de londrina, onde o tiular é o pastor osni ferreira, a 35 anos.concordo em tudo com a irmã ivone.em 35 anos outra igreja te milhões de membros, no mundo em mais de 180 páíses..nós ontinuamos em células, como se estivesse-mos perseguidos.no culto das 5 horas um pastor prega , e treis escuta. vamos esperar a perseguição
      para saírmos as ruas e praças, casas.no brasil não funciona célula somos fofoqueiros.minha
      opinião que o temo de permanencia de um pastor em uma igreja seja de 5anos.somos obrigado
      a aquentar um pastor
      complicado.

       
  48. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    18 março, 2008 at 10:32 pm

    Aos que leram o que postei acima:
    Ao dizer que a liturgia é a porta aberta para o fracasso, quis dizer, falta de uma verdadeira liturgia no culto.
    Li o que postou o Rev. Normando. Subscrevo.
    Dilécio

     
  49. Rev. Christian Bitencourt

    24 março, 2008 at 7:28 pm

    Creio que a IPB precisa de uma reforma administrativa, e isto em caráter urgente. As reuniões do SC se tornaram inviáveis, em virtude do número enorme de participantes.

    Reunindo algumas sugestões exposadas nas mensagens acima às minhas percepções sobre o assunto, creio que a solução passa por:

    1. Aumento radical do quórum mínimo para existência de Presbitérios e Sínodos. Comparando com outras Igrejas Reformadas ao redor do mundo, vemos que o número de Concílios que temos é irreal. Se apenas aumentássemos de quatro para oito o número mínimo de Igrejas por Presbitério, a quantidade dos mesmos já diminuiria sensivelmente.

    2. Maior poder aos Sínodos. Eles precisam ser verdadeiras instâncias decisórias e não simples Concílios encaminhadores, como têm sido. Atualmente, tratam-se apenas de caminho protocolar entre Presbitério e SC.

    3. Periodicidade menor das reuniões do SC. Questões importantes da Igreja, que é viva e dinâmica, acabam caducando na espera de quatro anos por uma Assembléia Geral. Além disso, esta distância entre as reuniões do SC acaba por levar a uma extrapolação dos poderes da CE – o que é compreensível, visto ser ela o órgão gestor que se debruça ano a ano sobre os problemas da Igreja. Creio que as reuniões do SC deveriam ser, ao menos, bienais.

    Caminhos como estes, ou semelhantes, são, em minha opinião, vitais para a boa gestão administrativa de nossa IPB.

     
  50. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    27 março, 2008 at 5:46 pm

    Caro Diácono
    Aloísio Lopes…
    Que a paz de Cristo inunde seu coração ao ler este texto.
    Fiquei chocado com suas palavras. Se por um lado você tem razão no que disse, é preciso tomar urgentes atitudes em sua igreja. Por outro lado, se você não está falando o que realmente ocorre, você incorre em sérios erros.
    De qualquer maneira o irmão não deveria se expressar assim, contra um ministro. Cumpra primeiro Mateus 18 e se a coisa realmente for reincidida, vá até aos concílios superiores e faça sua denúncia.
    Eu também sou ministro, mas não sou dono da minha igreja, que tem plena liberdade de exigir que me subscreva no sistema presbiteriano e que cumpra com meus deveres de ministro.
    Se eu não me encaixar na IPB, devo, eu mesmo, procurar o meu caminho longe da IPB, ou então, se eu continuar querendo “me condenar naquilo que aprovo” a igreja me mandará procurar outro caminho. É tão simples! Basta cumprir a Bíblia e a Constituição.
    Sua indignação faz você se declarar com culpas, quando, na verdade pode ser que você seja apenas vítima. Procure os caminhos da paz e os caminhos legais e, veja o que vai acontecer.
    Se quiser falar comigo particular, meu e-mail: revdil@ig.com.br
    Dilécio.

     
  51. Rev. Anisio Bastos Malta

    12 abril, 2008 at 12:07 am

    Creio que é preciso conhecer melhor nosso sitema de governo.

    A muito pouco interesse em conhecer a constituição, E quando alguem deseja obedecer a CI e cobra fidelidade ao nosso governo é tido muitas vezes por criador de problemas.

    ALGUMAS “PEROLAS” #

    Relatorio parcial de uma comissão. Significa que os documentos que ja foram aprovados daquela comissão podem ser revistos!

    Porque os relatórios foram feitos em um so documento apesar de ser discutido e votado Documento por documento, tendo ficado um único documento da comissão, o relator tem que ler todos os relatórios outra vez na extraordinaria.

    Por último numa votação 16 votos. 8 favoraveis 5 contra, 3 em branco… o documento não foi aprovado. mesmo tendo maioria simples.

    Uma sugestão seria muito bom que a eleição fosse eletronica, o fato da primeira experiencia não ter dado certo, não significa que não é bom. com certeza é a melhor maneira, diminuir a representação não é bom.

    Deus nos abençoe a todos.

     
  52. Rev Cicero Meyer Vassão Filho

    16 abril, 2008 at 7:25 pm

    Sr. secretário, quando teremos acesso as resoluções da CE/2008? Quero parabeniza-lo pelo excelente trabalho a frente da SE/SC.

    nEle

    Rev Cicero

     
  53. Pesb.Henrique Wagner César

    28 abril, 2008 at 11:24 am

    Amados,infelizmente vemos que a desobediencia a Deus,a Constituição e as autoridades constituidas da IPB tem causado este grande problema na igreja com rela
    ção à liturgia e danças litúrgicas,e outras práticas contrárias a Bíbila e a constituição
    da igreja,creio que pastores e líderes despreparados tem grande responsabilidade sobre a fragmentação da IPB em algumas questões de importancia vital na igreja,pen
    so que ao invés de perdermos tempo com questões relacionadas a liturgia e dança liturgica poderiámos estar aqui discutindo formas de crescimento da igreja mais infelizmente em razão da rebeldia de alguns pastores e líderes que não se submetem as autoridades da igreja e tentando desestabiliza-las não cumprem as recomenda
    ções das IPB,alegando não ser determinação,vejamos,se um filho não obedece as recomendações do pai certamente se tornará um filho rebelde,mas alguns “pastores e
    líderes querem exigir obediencia da igreja mas não são obedientes à constituição da igreja e as decisões do S/C IPB,como podemos viver com isto?Faça o que eu Ensino
    mas não olhe meu exemplo.
    Amados precisamos tomar uma posição urgente,queremos igrejas cheias sim,mas
    não igrejas inchadas de membros que na hora do louvor lovam com todas suas forças
    pulam dançam cantam,mas na grande maioria das vezes cantam até heresias pois não tem nenhum conhecimento de Deus e de sua Palavra e estão cometendo o mesmo erro do povo de Israel registrado em Isaias 1:13-14 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias; não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene.
    As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer.
    Oramos p/ que Deus continue fazendo a sua obra na IPB,mas que também nossos líderes do S/C IPB tomem as decisões necessárias p/ que a IPB,volte a ser uma igreja reformada autentica,pois afinal de contas a Igreja é do Senhor mas p/ isto ele contituiu líderes que não podem se omitir em tomar as decisões,mesmo que não seja do agrado de todos.

    Presb.Henrique Wagner César.
    henrique.cesar@brmetals.com.br

     
  54. Silas Pinto de Moraes

    28 abril, 2008 at 1:28 pm

    Amados irmãos, autoridades eclesiásticas da IPB, conciliares, queridos pastores presbiterianos,
    Graça e Paz

    Como entender uma denominação conceituosa, com sistema de Governo. Liturgia e Disciplina reconhecida na maioria dos evangélicos como uma das que mais tem suas raízes na Palavra de Deus e estarmos a cada dia assistindo uma distorção desta verdade presenciando tantas praticas divergentes e que ferem berrantemente os nossos princípios litúrgicos? Não preciso citar nenhum exemplo. Todos sabem desta triste realidade. Esta realidade não só acontece em igrejas pequenas inexperientes, mas principalmente em megas igrejas presbiterianas. “Claro me refiro Igreja Presbiteriana do Brasil” Se ainda podemos definir assim pelo menos a uma pequena percentagem. Gostaria que fossem observados o que é definido como falta no primeiro artigo do CD do manual presbiteriano. Quebra de unidade, de comunhão, de paz, etc. Nossa experiência é a triste realidade de tudo isto que estão dividindo os nossos lares, prejudicando nossa comunhão com outros irmãos, quebra da paz e muitos conflitos na nossa comunidade presbiteriana. A pergunta é a seguinte até quando? Se é falta, passivo de disciplina Quando é que a IPB vai se manifestar e corrigir as milhares de igrejas presbiterianas que estão plenamente em desconformidade com nossa Constituição? NÃO ESTARIA NA HORA DE DAR UM BASTA NISTO e tomar uma urgente harmonia litúrgica para os nossas igrejas via seus concílios obedeçam, com pena de caso contrario serem punidos e se persistirem serem convidados a saírem da IPB?

     
  55. Rev. Normando

    29 abril, 2008 at 8:19 am

    Prezado irmão Pb Henrique Wagner:
    Concordo com a sua afirmação de que há necessidade de providências urgentes para que as decisões do SC sejam obedecidas ( Caso haja argumentação bíblica contra elas, que sejam feitas pelos meios estabelecidos pela própria CI. Reconhecemos que “os concílios podem errar, e muitos têm errado” (CFW,XXXI,III), mas isso não justifica a rebeldia, pois existem meios para se buscar a correção). Creio, entretanto, que essas medidas urgentes são da responsabilidade dos conselhos, dos presbitérios e dos sínodos, pois, segundo a nossa CI, são funções desses concílios: “Velar para que as decisões dos concílios superiores sejam cumpridas”. Tenho ouvido muitos irmãos que observam os desvios no seio da IPB afirmarem: “O SC não toma providências!” Discordo desses irmãos, pois as resoluções do SC e da sua CE têm sido boas, firmes, reformadas, ortodoxas. O grande problema é que nas “bases”há certo descaso. Penso que é dever de todo membro da Igreja zelar pela sua fidelidade. Sempre que percebermos desvios, devemos tomar as medidas estabelecidas pela Palavra de Deus para a correção. Essas medidas incluem o envio de documentos ao conselho, ao Presbitério e aos concílios superiores quando for necessário. O receio de se “queimar”, criar indisposições, tem mantido muitos na omissão,esperando que venha uma providência de cima ( do SC). Se cada presbítero firme na Palavra, consciente, sempre que perceber o seu pastor enveredar-se por um caminho estranho à sã doutrina, procurar esse pastor, conversar francamente com ele, pretendendo ajudá-lo, grandes resultados surgirão. Quando esse pastor persistir nesses caminhos estranhos, os presbíteros sensatos levarem o caso ao Presbitério e prosseguirem nas medidas pertinentes, a confessionalidade da nossa igreja será garantida. Devemos sempre nos lembrar que não devemos priorizar a popularidade, pois só somos “representantes da Igreja” em certo sentido. Antes de agradarmos o povo, temos a responsabilidade de agradar a Deus, Senhor do nosso presbiterato. Assim, ainda que sejamos voto vencido, uma voz solitária, devemos agir contra toda rebeldia, todo desvio doutrinário. Em determinadas regiões, concílios inteiros já aderiram aos desvios doutrinários. Penso que, ao tomarmos conhecimento de tais procedimentos, somos responsáveis pela busca da correção bíblica. Escrevo essas palavras, prezado irmão, angustiado por me perguntar sempre: “O que eu tenho feito para garantir a fidelidade da Igrej na minha região? Alegro-me com as boas decisões do SC, mas o que eu tenho feito para que elas sejam praticadas no âmbito do “meu” Presbitério e do “meu” Sínodo?” A minha oração sincera é que o Senhor nos habilite para que sejamos Seus intrumentos para a Reforma da Igreja dos nossos dias. O tempo está passando e o nosso momento é agora. Que tipo de Igreja entregaremos aos nossos filhos, à próxima geração? O Senhor nos confiou a Sua preciosa Igreja nesses dias e precisamos cuidar dela com todo o nosso empenho (Atos 20.28). Oremos e trabalhemos!

     
  56. Jeane

    5 maio, 2008 at 11:47 pm

    Estou indignada com a resolução que o presbitério pampulha tomou em relacão ao seminarista Giovane. Devido a relatórios contraditórios de seu Tutor, Pastor Ricardo,o que deixa transparecer um certo dispreparo para ocupar o cargo de Tutor. Isto sim me entristece muito, porque a seara é grande e os seifeiros são poucos. Entendo eu que quem capacita é Deus. O que me anima na fé e ter a certeza de que Deus faz justiça na hora em que menos esperamos. E eu aguardo a justiça de Deus nesse fato que nos trouxe tanto aborrecimento e tristeza, a nós cabe o corar de vergonha…Ficou surpreso com este desabafo, deseja saber mais?

     
  57. JEANE

    7 maio, 2008 at 1:25 pm

    Quem disse: Seu comentário está esperando moderação?

     
  58. JEANE

    7 maio, 2008 at 1:46 pm

    O que seria moderação? Não entendi, favor mostrar chareza. Obrigago. Assunto referente ao i-mail enviado no dia 05 05 2008.

     
  59. juscelino dos santos

    7 maio, 2008 at 8:35 pm

    Amados Irmãos boa noite e Apaz de CRISTO JESUS.
    Amado Rev. LUDGERO estou sempre lendo os comentarios deste blog , e estou ansioso pelas resolução que o SC deva ter tomado na reunião da executiva em janeiro, principalmente por três documentos que pediam definição verdadeira sobre danças, córeografia e palmas; amado a nossa Igreja não pode continuar como estar, esta na hora desta Igreja ser sacudida pelo poder da palavra, e pelo poder daqueles que tem um compromisso com a palavra de DEUS. eu estive visitando a Igreja que eu me crie lá no interior do estado do rio e fiquei imprescionado com o que se faz na liturgia de um culto ao nosso DEUS. Lamento pelos nossos seminários que em vez de formar pastores compromissados com a palavra de DEUS e com doutrina de nossa Igreja, estão apenas formando ” empregados ” para nossas Igrejas; perdoa- me se o termo foi muito forte, porque sei que nem todos são iguais, mas que seja um alerta para todos. Abraço fraternal em CRISTO JESUS.

     
  60. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    16 maio, 2008 at 11:18 pm

    Caro Juscelino
    Estive lendo os últmos três posts: do Pb Henrique Wagner, meu presbítero (fiel companheiro de jornada e de luta na minha Igreja e Presbitério), do Rev. Normando e agora a o seu.
    Em todos os posts vemos a mesma linha de pensamento e de preocupação: Para onde estamos indo? Creio que o amor manifestado acima, pelos irmãos citados, certamente fê-los enxugar algumas lágrimas, como tem acontecido comigo em relação à IPB, ao ver muita gente indo para a bifurcação.
    Eu e o Pb Henrique, já fomos alvos de verdadeiros ataques e ameaças quando saímos em defesa da Igreja em sua liturgia.
    Como bem argumentou o Rev. Normando, é preciso que alguém se indisponha, que coloque a cara para levar pauladas, que não se preocupe em se indispor. Foi o que fizemos, contudo, sofremos aos borbotões por ver que nosso concílio, na sua maioria, discorda da posição do Supremo Concílio no que respeita às palmas, coreografias e danças litúrgicas.
    Quando apresentamos um documento pedindo posição oficial do nosso presbitério quanto às questões supracitadas, fizemos menção da carta do Secretário Executivo do SC enviada às Igrejas. O documento foi veementemente atacado por alguns conciliares, dizendo que o tal não seguiu os trâmites legais (não desceu às igrejas através dos respectivos concílios), e que no tal não havia nada decidido pelo Supremo Concílio quanto ao Assunto. Ficamos imensamente tristes em ver que o Concílio não comunga mais com nossos princípios de liturgia, segundo o nosso entender e segundo o que interpretamos das decisões do SC-IPB.
    Hoje, somos como uma voz que clama no deserto. De vez em quando, alguém, discretamente, se une a nós, mas não tem coragem de assumir uma postura pública (conciliar).
    Vamos continuar pedindo aos concílios superiores a verdadeira interpretação das decisões 98-2006(?) e vamos ver no que dá isso. Penso que não devemos nos preocupar com o que podem fazer conosco.
    Sua tristeza, irmão juscelino, por ver um culto mudado, tem sido o nosso choro quase cotidiano. Creio que a Igreja está sofrendo um infarto. De um lado um corpo sofrendo com seu coração presssionado, do outro lado, várias obstruções indesejáveis pelas gorduras saturadas (as heresias e liturgias bifurcadas) que impedem a livre circulação dos valores bíblicos defendidos por nossa amada igreja.
    Morreremos ou viveremos? Viveremos! Porque as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor. Todavia, talvez (é bem provável), que teremos que fazer uma cirurgia muito delicada – uma safena, uma desobstrução geral, para que o corpo volte a pulsar com saúde.
    Um abraço.
    Rev. Dilécio

     
  61. juscelino dos santos

    30 maio, 2008 at 9:24 pm

    familia presbiteriana boa noite e apaz de Cristo Jesus.
    irmã Ivone li o seu comentário e gostei do que a irmã escreveu, em parte, na realidade temos igrejas que estão apenas entre quatro paredes não estão cumprindo o ide do Senhor, este é um grande mal que a igreja esta cometendo, a igreja tem a missão de ir e naõ ficar esperando, mais graças a DEUS que maioria de nossa igreja não é igreja apenas de quatro paredes, tem cumprido a missão do méstre, evangelismo naõ é apenas fazer ar livre ou sair nas ruas distribuindo folhetos, mais é viver o evangelho, no lar, no trabalho, na escola, na sociedade, e em todas circunstancia da vida; quem vive isto é o bon servo do Senhor Jesus e bon presbiteriano, nasci no berço desta igreja a 53 anos os meus méstres que me ensinaram foram este exempro para mim. quanto o que irmã disse sobre questões liturgicas não posso concordar com a irmã porque não é palmas, danças e coreografias que converte o pecador e nem traz vida para a igreja, pelo contrário causa até confussão, que enche a igreja é o Espírito do Senhor quando ela anda obediencia a sua palavra no temor do Espírito
    fora deste parâmetro pode haver inchaço e não crescimento. minha irmã Jesus nunca se preucopou com a maioria, ele mesmo disse que a maioria escolheria sempre as coisas mais facil, e a igreja de hoje esta enbarcando neste lema, querem igrejas grandes e cheias, mais não querem vidas no altar de DEUS. vidas salvas e abençoadas por Deus, cultos que edificam e agrada a Deus, que transforma o visitante, querida irmã e queridos irmãos Presbiterianos do Brasil voltem a palavra e o passado desta igreja. que Deus abençoa a todos. quero dizer aos irmãos não estudei em seminário presbiteriano, mas foi um seminário serio no ensinamento da palavra.

     
  62. Rev. Dilécio da Silva Oliveira

    29 junho, 2008 at 10:21 pm

    Caro Rev. Ludgero.
    Sentindo muitas saudades de suas palavras neste blog, quero externar, em nome do Conselho da Igreja Presbiteriana de Barra do Piraí, gratidão pelo envio das últimas decisões da CE/IPB.
    O documento enviado no ano passado, o qual foi tremendamente questionado por pessoas que tinham interesses opostos à decisão ali transcrita, agora chega a confirmação de sua legalidade tanto da Decisão da IPB quanto do “modo” legal pelo qual foi enviado, ou seja, de ser enviado diretamente aos Conselhos pelo SE/IPB.
    Como para uma decisão não existe efeitos suspensivos, o que está escrito deve ser cumprido. Portanto, esperamos que os contrários, humildemente, reconheçam que erraram em seus concílios e assumam uma postura de respeito às decisões do Concílio Superior.
    Volte logo, sentimos sua ausência.
    Rev. Dilécio

     
  63. pb marcos antonio guimaraes

    30 junho, 2008 at 9:06 pm

    sou favoravel atualização da linguagem do texto constitucional da nossa amada IPB e este espirito do anteprojeto de reforma da CI/IPB por mim preparado e encaminhado ao SC/IPB em 2008 apesar de ter nome de reforma nao significava reforma da CI/IPB propriamente dita e sim da linguagem e atualização do ,texto constitucional da ipb, aumentava o número de igrejas de 03 para 08 para fortalecer presbitérios, reconhecia trabalho de evangelista, reconhecia os ministérios da igreja . Pena que a comissão do SC/IPB nao teve tempo para examinar com carinho o referido antreprojeto ´pois teria visto que o mesmo seria uma atualização da atual CI/IPB e nao propiamente uma mudança da atual CI/IPB. Espero que o SC compreenda que sera bom atualização da CI/IPB e o meu desejo. Pb Marcos Antonio Guimaraes – IP de Raul Soares – MG

     
  64. Carlos Lysias

    7 julho, 2008 at 2:19 pm

    Amado Rev Ludgero.

    Obrigado e parabéns pelo empenho e com a graça de Deus, caminharemos juntos, para o crescimento do evangélho.

    Que Deus nos abençoe.

    Carlos

     
  65. Carlos Lysias

    9 julho, 2008 at 4:23 pm

    Irmã ivone.

    Quando se afirma que o Pastor “fala difícil”, com certeza os que o escutam, não se preocupa em ler e muito menos se aporfundadar, no estudo bíblico. Compartilhar à palavra com os irmãos, é de grande valía, para o crescimento espiritual do crente.

    Os acomodados, gostam da mensagém com efeito isntantânio, do tipo “FAST FOOD”.
    Essas são igrejas que a Sra se referiu, em todas as esquinas, estão cheias. “,comida rápida” se dúvida, à “gosto do freguês”.
    E eles entram nestas igrejas, sabendo pouco do verdadeiro Evangélho e saém sabendo menos aínda.

    Que Deus nos abençoe.

    Em Cristo

    carloslysias@terra.com.br

     
  66. Ludgero Neto

    12 agosto, 2008 at 1:24 pm

    Acho que devidos a tantos comentários anteriores ao meu, devo não ter tido o cuidado de encontrar ou realmente não encontrei nenhum comentário que pondere verdadeiramente o grave erro que temos cometido.

    Se somos PRESBITERIANOS, não temos “Presidente” seja ele autoritário ou não, o sistema PRESBITERIANO é um sistema parlamentarista e em sua origem e excencia esse sistema deve ser regido pelo Supremo Concilio e não por uma “Diretoria”, não existe uma mesa vigente dentro da denominação a não ser quando se reúne o concilio.

    O governo PRESBITERIANO, tem sim um MODERADOR e não um “PRESIDENTE”.

    Gostaria que quem ler esse comentário preste bem atenção que não faço uma critica a nenhuma pessoa que ocupa esse ou aquele cargo, principalmente por ter enorme admiração pelos atuais membros de tal “Mesa do SC”

    Contudo, nós não podemos nos calar quanto a isso.

    Nossa conduta como denominação no que diz respeito a nossa forma de governo, não creio que seja anti-biblica, contudo está longe de ser PRESBITERIANA.

    Deveriamos nos moldar no governo eclesiastico de Igrejas Presbiterianas como PCA (Presbyterian Church of America) e OPC (Orthodox Presbyterian Church) que elegem anualmente um moderador que tem sua função unica e exclusivamente durante a reunião da “General Assembly” (Supremo Concílio).

    Contudo foi aprovado na ultima CE do SC agora no primeiro semestre de 2008, a construção de uma “Sede da Presidência” e meu maior susto foi que o projeto de construção é para Brasília!!!!!

    Fiquei abismado com tal decisão que é pra mim como produzir de livre e expontanea vontade um “Cancêr” no meio de nossa Igreja.

    Sede da Presidencia? em Brasilia?

    Brasilia passa longe de ser um grande centro da IPB, passa longe de ser uma via de acesso em estradas e aeroportos para o resto do país.
    Além do mais, Brasilia é a sede do governo do país o que entra em choque frontal com um dos principios da reforma protestante, que separa igreja e estado.

    Qual é o verdadeiro propósito de tudo isso?

    Se hoje já é criticada a postura politiqueira de uns e outros quanto a campanhas presidenciais e etc, imagina quando o equivocado cargo presidencial for de tempo integral, remunerado e sediado no centro do poder e da podridão do nosso país????

    Tenham medo meus irmãos, e aqueles que tem poder de decisão em nossos presbitérios e sinodos, que não se calem e mudem logo essa idéia mais que perigosa que flui e cresce livremente em nosso meio

    em Cristo

    Neto

     
  67. Ludgero Neto

    12 agosto, 2008 at 9:42 pm

    Amados, depois de minhas afirmações acima, resolvi surfar pelo site da IPB e pra minha tristeza me deparei com as seguintes afirmações no site da “Presidencia”

    O presidente da IPB…

    Além disso, é de sua responsabilidade presidir as reuniões do Supremo Concílio e da Comissão Executiva, e representar a Igreja internamente, bem como em suas relações inter-eclesiásticas, civis e sociais.

    O Presidente da IPB é eleito através de voto, e tem a gestão de quatro anos, podendo ser renovada, mediante eleição, por mais quatro anos.

    O atual presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil, é o rev. Roberto Brasileiro, eleito no ano de 2002.

    E-mail: presidente@ipb.org.br

    Gabinete da Presidência:
    Av. Governadores Valadares, 683- Centro
    CEP: 38740-000- Patrocínio – MG
    Telefone: (34) 3832-6410/ 3832-4574

    Chefe de Gabinete da Presidência
    Rev. Marcos Serjo da Costa
    E-mail: serjo@veloxmail.com.br

    “Gabinete da Presidencia”?
    “Presidente da IPB”?

    a IPB tem presidente???

    em Cristo

    Neto

     
  68. Rev. Normando

    13 agosto, 2008 at 8:17 pm

    Prezado irmão Neto:
    Infelizmente essa mentalidade presidencialista está impregnada na cultura do nosso povo. Inclusive no âmbito da Igreja local. Embora os termos sejam menos importantes do que o sentido a eles atribuídos, talvez uma emenda constitucional, substituindo o nome “presidente” para “moderador” fosse uma boa medida para começarmos a mudar essa cultura.
    Essa distorção, a meu ver, está relacionada com outro problema: Mentalidade episcopal. Desculpe-me por afastar um pouco do seu enfoque, mas esse é também um tema afim que me preocupa.
    Já ouvi críticas a ministros que não se impoem, mas “dividem” o governo com os demais pastores do rebanho, os presbíteros regentes. Aliás, paradoxalmente, não é muito comum, em nosso meio, essa visão de que os presbíteros são pastores do rebanho. Precisamos recuperar essa idéia por meio do exaustivo ensino bíblico, inclusive quanto às qualificações estabelecidas pela Palavra para o exercício do presbiterato. Conheço muitos presbíteros, por exemplo, que não se consideram ( nem a Igreja os consideram ) “aptos para ensinar”. Não tem o preparo suficiente para “responder os que contradizem”. Precisamos recuperar o sentido bíblico do ofício do presbiterato.
    Abraços,
    Normando

     
  69. Ludgero Neto

    13 agosto, 2008 at 9:42 pm

    Caro Rev. Normando,

    o que o senhor falou vai de encontro com muitos dos meus anseios dentro de nossas igrejas hoje.

    Vejo com pesar o fato de que cada dia que passa, a falta de um ensino correto tem transformado os mais variados cargos eclesiasticos em cargos politicos, ou sou só eu que vejo homens sendo eleitos presbíteros aqui e a colá pois foram bons diaconos ou por serem influentes no seio da igreja…?

    Deve ser presbítero aquele irmão, com um testemunho sóbrio de ancião que é chamado ou para o ensino da igreja ou para a regencia (governo) da igreja e que acima de tudo tenha um chamado pastoral.

    Concordo plenamente com o senhor e vou além, não entendo de forma alguma que a Biblia quando fala sobre docentes e regentes, se refere aos formados em teologia ou não.

    Creio também que outra emenda em nossa querida constituição deve ser quanto a atribuição de poderes dos presbíteros, pois creio eu que biblicamente pastoreio é um dom dado por Deus e não um serviço ordenado, o serviço ordenado é sim o de Presbítero e se “regentes” ou “docentes” são todos presbíteros e todos tem uma ordenação de mesmo peso biblico e doutrinario, porque só os formados em teologia podem ministrar os sacramentos?

    As vezes existe um receio em nosso meio, provavelmente fruto dos longos anos passados debaixo da terrivel influencia de uma teologia equivocada, além do que muitos dos formados em teologia querem equivocadamente se “manter no poder”, se esquequem que diante de Cristo, somos todos ovelhas do rebanho, mesmo os formados em teologia, e diante do mundo, somos todos “Raça eleita e sacerdócio santo”.

    Devemos ir cada dia mais a fundo no tão bem denominado pelo nobre pastor, “exaustivo ensino bíblico” e buscar o que é certo, não o que parece ser “confortavel”

    nossos oficiais, devem ser homens (com já bem discutido no outro tópico de nosso blog), tementes a Deus e que buscam servir assim como o nosso Senhor Jesus Cristo ensinou ao lavar os pés dos seus discipulos, e não ter um “cargo de autoridade” pura e simplesmente.

    Mas… se eu começar não paro… hehehe

    Falta tanto discipulado, ensino por exemplo, uma nova geração de verdadeiros reformadores, falta termos orgulho novamente de sermos chamados de reformados (o que hoje até mesmo em nossos seminários e usado com um tom pejorativo)

    falta…

    meu único consolo é a Palavra de Deus que nos afirma que onde abundou o pecado, superabundou a GRAÇA…

    forte abraço a todos

    um especial ao sr., Rev. Normando que tem sido tão coerente com nossos principios irrefutaveis e com o chamado do Altíssimo

    em Cristo

    Neto

     
  70. Rev. Normando

    14 agosto, 2008 at 12:34 pm

    Obrigado irmão Neto, por suas bondosas palavras a meu respeito.
    Vamos repetir nosas conclusões, sintetizando-as, para facilitar o entendimento dos nossos leitores:
    1- Nosso sistema presbiteriano é conciliar. O parlamento discute, vota e decide. O presidente é apenas um moderador das reuniões. No nosso caso, para efeitos jurídicos, representa o concílio legalmente nos seus interregnos. Nem o presidente nem qualquer outro mebro do concílio, nem mesmo a CE, tem poder de decisão. Só o concílio reunido pode fazê-lo ou delegar poderes para isso. Esse procedimento é válido para todos os níveis: Conselho local,presbitério, sínodo e assembléia geral (Supremo Concílio);
    2- O Senhor Jesus Cristo é o único cabeça da Igreja. O Supremo Pastor do rebanho. Aprouve a Ele estabelecer oficiais para, em submissão à Sua voz, nas Escrituras, conduzir as Suas ovelhas. Esses dois ofícios, à luz da Bíblia são Presbíteros e Diáconos.
    3- Os presbíteros são chamados a pastorear o rebanho do Supremo Pastor (1 Pedro 5.1-4) com amor, simplicidade, humildade, não como dominadores, mas como modelo do rebanho;
    4- Para que, como presbíteros/pastores, cumpramos a nossa seríssima missão (Atos 20.28), temos que ser “homens capacitados, tementes a Deus, homens de verdade…” (Êxodo 18.21). Assim, todos os presbíteros da Igreja, pastores do rebanho, devem ter as qualidificações estabelecidas pela própria Palavra (1Tm 3; Tito 1.1-9). Temos que redescobrir o presbiterato bíblico tanto no que diz respeito ás funções como também no que diz respeito às qualificações. Precisam ser homens capacitados, aptos para ensinar, independentemente do processo adotado para essa “capacitação” se formamente em um curso de teologia ou não;
    5- Cremos na doutrina bíblica do “Sacerdócio Universal dos crenstes”. Assim, diante de Deus todos nós somos iguais, embora reconhecendo ´funções especídficas a serem desenvolvidas, segundo o chamado do nosso Senhor. Os que são chamados apara funções de grande reponsabilidade, em vez de reivindicarem glória para si mesmos, a exemplo do Supremo Pastor, devem ser os primeiros a servir (Marcos 10.45);
    5- As nossas igrejas, convencidas da dignidade dos ofícios eclesiásticos, devem tratar os seus oficiais com ” a máxima consideração” e respeito, tendo em vista o trabalho que realizam (1 Tessalonicenses 5.12,13)
    Esse é o grande desafio que temos pela frente. A continuidade da Reforma da Igreja, buscando nas Escrituras a forma correta de administrarmos as nossas relações eclesiásticas, para a glória do Supremo Pastor, aguardando a imarcecível coroa da glória.
    Abraços
    Normando

     
  71. Ludgero Neto

    20 agosto, 2008 at 9:00 pm

    Caro Rev. Ludgero,

    Porque não abrimos aqui um novo e importantíssimo debate:
    Sobre a situação dos seminários da IPB…?

    em Cristo

    Neto

     
  72. carlos lysias

    15 outubro, 2008 at 9:06 pm

    Aos amados Pastores, representante da nossa amada IPB.

    “imaginem em uma IPB, no culto de quarta-feira os presbíteros que na minha opinião, perderam de vez a noção do evangélho.
    Instruem seus súditos a colocarém objetos em uma cesta, chaves de carro, casa, de empresas com problemas financeiros, lenços, fotos, etc e em seguida os tais “presbíteros “sem noção , ficam dando voltas ao redor desta cesta, abençoando tais objetos”
    Se lhes precem que estou mentido, não post por favor, no entanto me responda, dando suas opiniões para tal misticísmo.

    ESTOU EM VÍAS DE RETIRAR MEU NOME DA Igreja Presbiteriana do Brasil, por absoluta falta de apoio.

    Gostaria por gentileza, que as cartas por mim postadas, nas paginas desta secretaria, sejam deletadas, considerando que em vão foram minhas lutas , para livrar a IPB, destes monte de babozeiras, que nos tirou , várias noites de sono.
    O tempo que perdi, emitindo sinais de alerta contra estes montes de “pastores ” com práticas nocivas à IPB, permitiu aos tais , que agissem também de maneira infomal, introuziram um amontoado de práticas nocívas , “expulsando”os membros fiéis reformados.
    Denúncia formalizada? Foi ótimo para que os Místicos, ganhassem tempo. Retiro o pedido de resposta.

    De qualquer maneira, obrigado

    Carlos Lysias Brossi da Cunha.

    Ex membro da Igreja Prebiteriana do Brasil.

    Que Deus nos abençoe

     
  73. Addy Félix de Carvalho

    5 novembro, 2008 at 3:38 pm

    Apreciei o grande número de opiniões sobre a nossa CI. Há muito que tenho opinado sobre o assunto. Em meus livros, principalmente, e nas reuniões de presbitério, nas quais apresentei diversas propostas de emendas. A questão está na diversidade de opiniões, que são dezenas e centenas. Cada região tem suas peculiaridades. O que pode ser um assunto grave em minha região, passa despercebido em outras. Em reuniões do SC os documentos são votados sem o devido conhecimento da matéria, por questões de localização. Discutir, aprovar algo sobre o Mackenzie, por exemplo, por um membro da CE ou deputado do nordeste, salvo excessão, é um grave equívoco. E por aí vai. Tenho simpatia pela extinção dos sinodos ou por sua abrangência estadual. Tenho simpatia pela redução do número de presbitérios com 4 e 5 igrejas. Sínodos com 3 presbitérios (a grande maioria). Debater sobre isso, porém, é uma agonia. A questão pastoral, então! Os presbitérios não estão nem aí para isso. Pastores entram e saem por onde e quando querem. Ordenação, instalação, transferência, ocorrem ao sabor das conveniências. A reeleição… já estou cansado de dizer que até o mundo está rejeitando. Mas tudo isso passa por um principio que pouca gente tem dado atenção. O começo de tudo, no conselho ou no presbitério. Não adianta dizer nada aqui, sem iniciativa no lugar certo. Já quis até formar um grupo de pensadores da IPB para formular mudanças nos regimentos internos e melhorar a dinâmica de nossas reuniões de conselho e demais concílios. Cada região está fazendo isso, de fato, ao bel prazer de cada um. Assim…

     
  74. Rev Ronaldo Bezerra de Oliveira e Souza

    5 dezembro, 2008 at 1:02 pm

    Irmãos ,

    que tristeza a gente ler o comentário do irmão Carlos Lysxias e a sua desistêncvia da IPB … não tenho dúvidas que o que ele falou é verdade .
    Tenho visto muitas aberrações por aí e por aqui também …
    Este tipo de procedimento citado não tem nenhum respaldo bíblico , mas o caminho da denúncia formal é o melhor e a IPB é sábia em utilizá-lo .
    Pagamos um preço alto por sermos leais , até mesmo com os desleiais conosco .
    Creio que a IPB tem o melhor sistema de governo , que pode ser melhorado sem dúvida alguma , mas as decisões são demoradas e conscientes e por grupos ( concílios ) e não por pessoas individualmente , além de tudo com possibilidade de recurso .
    Se o presbitério ao qual está ligada esta igreja der apoio aos presbíteros , recorre-se ao sínodo , se este tambén falhar , recorre-se ao SC e aí , teremos a palavra final da IPB sobre o assunto .
    Este caminho é longo e muitas vezes desanimador , mas creio ser o melhor .

    A IPB permite que qualquer membro encaminhe documento ao SC – começando pelo conselho de sua igreja – presbitério – sínodo – SC … se alguém se negar a fazer o encaminhamento , aí então ele pode ser feito direto .

    Esta é a nossa querida IPB … cheia de defeitos , porque nós pecadores a compomos , mas IGREJA DO SENHOR JESUS CRISTO , amada e sábia , ponderada e equilibrada.

    O que nós podemos e devemos fazer em relação a estes absuredos citados pelo irmão Carlos Lysias ? DENUNCIAR e tentar para fora da IPB estes anti-bíblicos , que parecem mais fazer uma reunião “de macumba” do que CULTO AO DUS SANTO .

    Lamentável o fato descrito e um alerta à DIREÇÃO DA IPB que a coisa tá mais feia do que pensamos …

    irmão Lysias ,

    não deixe a IPB … lute pela verdade … morra por ela se for necessário … mas pelo sofra por ela , continue sofrendo … não entregue os pontos … seja um bem-aventurado conforme o ensino de JESUS CRISTO .

    reverendo ronaldo bezerra
    romali@ebrnet.com.br

     
  75. Pb. Gilson

    25 março, 2009 at 1:12 pm

    PB. GILSON DISSE:
    Estou com algumas dúvidas a respeito das decisões tomadas pelo SC-IPB/2006, pois lí em um documento da IPB o seguinte: O SC-IPB RESOLVE: 1. Afirmar a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçônicas, como as retrodimencionadas; com a fé cristã; 2. determinar a não recepção de membros, à comunhão da igreja, de pessoas oriundas de maçonaria sem que antes elas renunciem à confraria; 3. não eleger, nem ordenar ao oficialato de igreja, aqueles que ainda estão integrados na maçonaria; … sala das seções, 21/07/2006. Porém, o Pr. da igreja que congrego me disse que esta resolução não está valendo, pois a mesma depende de um parecer da CE-SC-IPB/2007.
    A minha pergunta é: pode um maçon concorrer ao presbiterato da IPB?

     
  76. Andreia

    27 maio, 2009 at 2:13 pm

    Por favor, preciso falar com Aramilson Salazar com urgência.
    Meu nome: Andreia Carneiro
    e-mail: andreiacarneiro@yahoo.com.br
    Fui de Brasília do Coral do Sesi.

     
  77. Anônimo

    1 junho, 2009 at 9:32 pm

    Líderes da Igreja Presbiteriana do Brasil
    Bom dia.

    Quero parabenizar a IPB pela organização na realização do Censo. Sou membro da Igreja Presbiteriana há anos e tenho observado que o crescimento da mesma está diminuindo. Creio que o senso irá apresentar os números corretos e direcionar a amada igreja rumo ao crescimento.
    Cito como exemplo a igreja situada no Sul de Minas Gerais, próximo a cidade de Passos-MG. A SAF,UPH e UPA está inativa, a terceira idade está abandonada, no sábado não há trabalhos com os jovens e adolescentes, há anos não há encontros de casais, o número de presbíteros não é suficiente; o salão que seria útil para reuniões, café, teatro e confraternizações, a muito tempo está fechado, trabalhos na igreja apenas no domingo e na quinta-feira, há uma igreja(congregação) num bairro carente da cidade, abandonada e se deteriorando, almas estão sedentas, nos bons tempos havia um trabalho social muito bom mas acabou.
    O pastor está aproximadamente 15 anos no pastoreio e parece que não está conseguindo fazer pelo menos um bom trabalho não há crescimento. Creio que está havendo uma “política” dentro da igreja, ou o presbitério não está visitando, fiscalizando,velando, examinando os relatórios devidamente.
    Peço aos líderes em nome de Jesus que orem e olhem por nós, há ovelhas perdidas, feridas, abandonadas, precisando de carinho apoio, VISITAS, precisando de amor.
    A igreja é a menina dos olhos de Deus, precisamos de mudanças e deixar o comodismo de lado e trabalhar, a igreja é muito bonita, bem localizada, fica no centro da cidade de Cássia-MG, tenho certeza que o pastor (líder) recebe um ótimo salário e o mesmo está sempre em dia.
    Estimados líderes, peço que recebam este e-mail com amor, e que o Espírito Santo toque em vossos corações.

    Atenciosamente:

    SJCRC

     
  78. sjcrc

    6 julho, 2009 at 7:31 pm

    Líderes da Igreja Presbiteriana do Brasil
    Bom dia.

    Quero parabenizar a IPB pela organização na realização do Censo. Sou membro da Igreja Presbiteriana há anos e tenho observado que o crescimento da mesma está diminuindo. Creio que o senso irá apresentar os números corretos e direcionar a amada igreja rumo ao crescimento.
    Cito como exemplo a igreja situada no Sul de Minas Gerais, próximo a cidade de Passos-MG. A SAF,UPH e UPA está inativa, a terceira idade está abandonada, no sábado não há trabalhos com os jovens e adolescentes, há anos não há encontros de casais, o número de presbíteros não é suficiente; o salão que seria útil para reuniões, café, teatro e confraternizações, a muito tempo está fechado, trabalhos na igreja apenas no domingo e na quinta-feira, há uma igreja(congregação) num bairro carente da cidade, abandonada e se deteriorando, almas estão sedentas, nos bons tempos havia um trabalho social muito bom mas acabou.
    O pastor está aproximadamente 15 anos no pastoreio e parece que não está conseguindo fazer pelo menos um bom trabalho não há crescimento. Creio que está havendo uma “política” dentro da igreja, ou o presbitério não está visitando, fiscalizando,velando, examinando os relatórios devidamente.
    Peço aos líderes em nome de Jesus que orem e olhem por nós, há ovelhas perdidas, feridas, abandonadas, precisando de carinho apoio, VISITAS, precisando de amor.
    A igreja é a menina dos olhos de Deus, precisamos de mudanças e deixar o comodismo de lado e trabalhar, a igreja é muito bonita, bem localizada, fica no centro da cidade de Cássia-MG, tenho certeza que o pastor (líder) recebe um ótimo salário e o mesmo está sempre em dia.
    Estimados líderes, peço que recebam este e-mail com amor, e que o Espírito Santo toque em vossos corações.

    Atenciosamente:

    SJCRC

     
  79. Rev. Antonio Moreira

    26 agosto, 2009 at 11:38 pm

    Eu quero saber quando é que o anuário da http://www.lpc.org.br voltará a ser o que era.

    Antigamente se conseguia alterar nosso endereço e igreja.

     
  80. sjcrc

    26 outubro, 2009 at 9:53 pm

    Líderes da Igreja Presbiteriana do Brasil
    Bom dia.

    Quero parabenizar a IPB pela organização na realização do Censo. Sou membro da Igreja Presbiteriana há anos e tenho observado que o crescimento da mesma está diminuindo. Creio que o senso irá apresentar os números corretos e direcionar a amada igreja rumo ao crescimento.
    Cito como exemplo a igreja situada no Sul de Minas Gerais, próximo a cidade de Passos-MG. A SAF,UPH e UPA está inativa, a terceira idade está abandonada, no sábado não há trabalhos com os jovens e adolescentes, há anos não há encontros de casais, o salão que seria útil para reuniões, café, peças teatrais e confraternizações, a muito tempo está fechado, trabalhos na igreja apenas no domingo e na quinta-feira, há uma igreja(congregação) num bairro carente da cidade, abandonada e se deteriorando, almas estão sedentas, nos bons tempos havia um trabalho social muito bom mas acabou.
    O pastor está aproximadamente 16 anos no pastoreio e parece que não está conseguindo fazer pelo menos um bom trabalho não há crescimento. Creio que está havendo uma “política” dentro da igreja, ou o presbitério não está visitando, fiscalizando,velando, examinando os relatórios devidamente.
    Peço aos líderes em nome de Jesus que orem e olhem por nós, há ovelhas perdidas, feridas, abandonadas, precisando de carinho apoio, VISITAS, precisando de amor.
    A igreja é a menina dos olhos de Deus, precisamos de mudanças e deixar o comodismo de lado e trabalhar, a igreja é muito bonita, bem localizada, fica no centro da cidade de Cássia-MG, tenho certeza que o pastor (líder) recebe um ótimo salário e o mesmo está sempre em dia.
    Estimados líderes, peço que recebam este e-mail com amor, e que o Espírito Santo toque em vossos corações.

    Atenciosamente:

    SJCRC

     
  81. gilson ferreira

    20 fevereiro, 2010 at 9:13 pm

    adimiro a atualização deste quadro !!!

     
  82. Rev. Ednaldo Batista Ribeiro

    21 abril, 2010 at 7:20 pm

    Amado irmão, não é porque uma determinada igreja agiu de forma errada que a denominação é ruim. A nossa denominação é uma benção e nós temos que ser bençãos um na vida do outro, amando perdoando e dialogando. E isso com calma e amor, pois assim ganharemos e não perderemos.

     
    • carlos

      6 maio, 2010 at 9:39 pm

      Amado Rev.Ednaldo.

      Em Cristo.

      Disse isto, pela tamanha magoa,consequência, da tremenda falta de apoio, dos concílios superiores.
      A igreja que sempre frequentei, dividiu novamente.
      Mesmo assim os que ficaram, do conselho, teimam em se mesclarem, com um tal “conselho de pastores”, que na sua maioria, são pentecostais, misticos.

      Que Deus nos abençoe e nos guarde.

      carloslysias@terra.com.br

      ps: Nasci em berço presbiteriano. Meus pais, já falecidos, dedicaram ao fortalecimento da nossa igreja, po 50 anos, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo.

       
  83. Eduardo Lima

    18 junho, 2010 at 6:29 pm

    A Igreja Presbiteriana do Brasil foi atacada nestes dias por calúnias anônimas, que somente descrevem o caráter destes covardes.

    O Presb. Solano Portela, um dos caluniados, escreveu uma comparação sóbria (como é de seu feitio) que chegou às nossas mãos e abaixo transcrevemos.

    Recentemente um grupo no qual aparentemente estão alguns pastores da IPB, recorreu à prática de correspondências anônimas para atacar pessoas e instituições da denominação. Como geralmente ocorre com essa prática, o objetivo do anonimato é a disseminação covarde de inverdades e o lançamento de dúvidas quanto ao trabalho e honorabilidade dos pastores e oficiais que são mencionados. Carta anônima habitualmente não se responde, mas decidi apontar abaixo as mentiras e calúnias contidas nesse último expediente rasteiro para esclarecer algumas pessoas que têm nos abordado. Vejam, lado a lado, a mentira e a verdade:

    A Mentira e a Calúnia

    Carta Anônima de “João Calvino 2010”, de 11.06.2010

    “A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras“ (Pv 14.5)

    O Diabo “é mentiroso e o pai da mentira” (Jo. 8.44)

    A Verdade
    Fatos incontestáveis e conhecidos

    “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós…” (Mt 5.11)

    ***************************************************
    1. Em função da primeira carta anônima (22.03.2010), na Comissão Executiva “o cenário ficou dividido”.

    1. Quem esteve na Comissão Executiva 2010 testemunhou uma das reuniões mais tranqüilas dos últimos anos, na IPB.

    *****************************************************
    2. A primeira carta anônima trouxe, a vários, um semblante que “transpirava alívio”; afirmações “dos rincões presbiterianos – ‘enfim, lucidez na IPB’”; “o pessoal do CPAJ, liderados pela Chancelaria do Mackenzie enlouqueceu; queriam parar a CE”.

    2. Não houve nenhuma manifestação pública de aprovação à covardia da primeira carta, nem a movimentação aludida. Se houve acato de alguns, ficou igualmente no anonimato.

    **************************************************
    3. “Os cavaleiros da sã doutrina montam guarda” na Comissão de Nomeações do SC “para manter seus privilégios e dilapidar o patrimônio da IPB”.

    3. A Comissão de Nomeações é definida pela mesa do Supremo Concílio. O patrimônio da IPB nunca esteve tão alto e é transparentemente bem guardado pela Junta Patrimonial Econômica e Financeira da denominação.

    **************************************************
    4. Os seminários da IPB “enfrentam muitas dificuldades financeiras” e “tem o fechamento de suas portas anunciado ano a ano (idéia da JET)”. [sic]

    4. A IPB aplica 19% de seu orçamento anual na educação teológica. Os seminários estão equilibrados financeiramente. A JET nunca anunciou fechamento de qualquer dos oito seminários da denominação.

    **************************************************
    5. Os professores dos seminários ensinam de graça (“sem acumular salários”) só “com o pró labore ou ajuda de custo que recebem para sustentarem suas famílias”.

    5. Os professores dos seminários são remunerados (Mestres ganham de R$24 a R$34, dependendo do poder aquisitivo da região). Recente pesquisa salarial mostra que o valor pago por hora/aula é compatível com o que é pago por várias Instituições de Ensino Superior, do campo secular.

    **************************************************
    6. “Os doutores ‘iluminados’ do CPAJ acumulam salários e alguns não aparecem no trabalho”.

    6. Os professores do CPAJ recebem salário idêntico aos pagos a outros professores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, inclusive àqueles pagos aos professores da Escola Superior de Teologia. Todos cumprem suas atividades, obrigações e produtividade.

    *****************************************************
    7. “São protegidos pelo Augustus Chanceler. Um bom exemplo é o senhor Hérmisten…” (insultos suprimidos).

    7. O Rev. Dr. Augustus Nicodemus, Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é também professor do CPAJ, sem acúmulo de salário. Suas atividades não incluem as “proteções” aludidas. O Rev. Dr. Hérmisten Maia Costa é ministro ordenado da IPB. É professor em tempo integral da EST. Todas as posições que ocupou foi em decorrência de seus próprios méritos.

    ****************************************************
    8. “No Mackenzie, percebe-se que foi criada uma nova esfera de poder na hierarquia reformada, o todo poderoso Papaler.Tudo no Mackenzie tem que ter a bênção deste senhor, o distribuidor de privilégios aos seus poucos amigos e apaniguados”.

    8. O ataque gratuito e insultuoso é ao Chanceler da UPM, Dr. Augustus Nicodemus. Ele cumpre suas funções estatutárias na Universidade e responde por aquilo que lhe é estatutariamente exigido. É reconhecido em todo o âmbito da IPB que o Mackenzie, por meio das ações da chancelaria, tem demonstrado a sua confessionalidade de maneira singular e pró-ativa, mostrando publicamente que, segundo desejo de sua mantenedora, é uma instituição diferente de outras instituições seculares.

    **************************************************
    9. Os irmãos do Amazonas precisam saber. Isto tem que acabar.

    9. Curioso destaque. Ao que sabemos, nossos irmãos do Amazonas não são alijados e acompanham, por certo, o progresso da IPB e de suas instituições.

    ***************************************************
    10. Vamos propor no SC 2010, Acabar com o cargo remunerado de Chanceler da UPM, e levar junto sua Chefia de Gabinete, seu Substituto Imediato e outras rubricas mais”!

    10. Essa proposta já está apresentada na Secretaria Executiva do Supremo Concílio da IPB, apresentada pelo Presbitério do Rio de Janeiro. É revelador saber o grupo que está apoiando essa medida, que visa enfraquecer a confessionalidade do Mackenzie. Acoplados a todas as mentiras expressas nessas cartas anônimas, os motivos vão ficando cada vez mais claros. A Chanceleria não tem “substituto imediato”. Estatutariamente, o cargo não fica vago, em ausências programadas, mas é preenchido temporariamente pelo Conselho Deliberativo do Mackenzie. A Chefia de Gabinete da Chancelaria é cargo previsto nos Estatutos do Mackenzie.

    ****************************************************
    11. Os professores, depois de demitidos e caluniados, tiveram a sua readmissão ordenada pelo SC 2002. Os autores expressam a sua frustração e demonstram a sua insubmissão às determinações conciliares, procurando vingança contra os professores do CPAJ.

    11. “Os professores do CPAJ foram reintegrados ao CPAJ depois de demitidos. Aquele processo que parecia uma tentativa fracassada de resolver esse problema na raiz.

    ***************************************************
    12. “Não dá para imaginar as polpudas indenizações que foram pagas aos sete cavaleiros do apocalipse, doutores do CPAJ. Tudo feito em nome da defesa da Fé e da Sã Doutrina – Confessionalidade(?) -, claro a deles! Isso sim, pode se chamar de bom negócio. Sem dó nem piedade meteram a mão na caixa”.

    12. Os professores, quando demitidos em 2001, receberam tão somente os direitos trabalhistas e nenhum privilégio ou indenização especial. A mentira deslavada entrelaça as calúnias à questão da confessionalidade, dando indicações do verdadeiro motivo de irritação por trás desses ataques anônimos. Como poderiam os demitidos “meter a mão no caixa”? Essa seria uma acusação séria, na realidade, contra os que os demitiram, em 2001!

    ***************************************************
    13. Quem será que paga a conta desta gastança? O Mackenzie. Uma Instituição Filantrópica. Quem é capaz de fazer isto não pensa na possibilidade de uma intervenção do Ministério Público no Mackenzie, como já aconteceu antes na Fundação JMC.

    13. O Mackenzie cumpre rigorosamente tudo que é estipulado para o enquadramento como instituição filantrópica. A menção da Fundação JMC é reveladora da mentalidade do grupo que patrocina essas causas.

    **************************************************
    14. O Chanceler, “imaginando-se maior que as leis do País, agenda uma reunião com outro Ministro. A prepotência não tem limites: A IPB sabe do papel ridículo que a Chancelaria do Mackenzie fez com o nome desta Instituição? Pois bem, insatisfeita [sic] com a decisão do órgão maior da educação do País, referente ao Parecer CNE/CES/MEC nº 118/2009, agendou uma reunião com o Ministro da Educação. Vejam só: Caiu no colo um e-mail de um professor não cristão, bastante assustado, dando conta do que ouviu, em público, no Mackenzie a seguinte informação: O Parecer da Chancelaria Mackenzie, derrubou o Parecer do MEC. Que bravata. Que vergonha. O Mackenzie não podia passar por esse vexame”.

    14. O parecer CNE/CES/MEC nº 118/2009 prejudicial aos cursos de teologia, foi, de fato, questionado, em reunião com o Ministro da Educação, por iniciativa da chancelaria do Mackenzie. Em seus contatos, diversas outras instituições de Ensino Superior no Brasil foram solidárias e integraram o grupo contra o Parecer. Entre essas, a Universidade Metodista, Escola Superior de Teologia Luterana, Universidade Adventista, Seminário Batista de São Paulo, que solicitaram do Ministro da Educação do Brasil modificações no Parecer. O Ministro não só deixou de assinar o texto original do parecer como solicitou do grupo, liderado pela chancelaria do Mackenzie, que apresentasse uma nova proposta. O texto final traz modificações favoráveis às instituições confessionais. Não houve ilegalidade; não houve vexame.

    *************************************************
    15. Já não basta a exposição indevida do nome da IPB / Mackenzie com o proselitismo, o baixo nível e a falta de profissionalismo das cartilhas da ACSI “bem adotadas” pelo Sistema Mackenzie de Ensino? Estamos virando piada nos corredores do MEC.

    15. Os autores abominam a idéia do Mackenzie ser reconhecido como uma Instituição Confessional. Chamam de “proselitismo” a transparência da confessionalidade. O Sistema Mackenzie de Ensino é diferente, em paralelo à sua excelência acadêmica e competência. Uma joint venture com a ACSI (Associação Internacional de Escolas Cristãs) dá direito à utilização de partes do material de ciência, em seus livros.

    **************************************************
    16. O Sr. Ministro também precisa saber que esse não é o Mackenzie de quase 150 anos de bela história de compromisso com a formação da liderança brasileira. Isto precisa ser esclarecido e responsabilizado. Essa não é a IPB de 150 anos de bons serviços prestados a nação. O(s) Dono(s) desta Igreja não estabeleceu Seu Trono em São Paulo, muito menos no CPAJ/Mackenzie.

    16. Estranha vergonha do Ministro e estranha vergonha da confessionalidade.

    ****************************************************
    17. Está muito claro que a velha estratégia apresentada no supracitado relatório da JET, pag. 89 e 90 continua firme: COMANDAR TUDO NA IPB A PARTIR DO MACKENZIE. O fundamentalismo voraz não se ajoelhou ao “bezerro de ouro” da Igreja, tornou-se dono do mesmo e cobra caro por isso, sempre em nome daquela sã-doutrina

    17. A referência é ao relatório da JET que formaliza a demissão, em 2001, de professores do JUMPER. A IPB não é comandada a partir do Mackenzie. Todos sabem que o comando é Conciliar e até o Mackenzie, em 2002, teve que reconhecer isso e readmitir os professores demitidos, quando assim comandado pelo nosso Concílio Maior.

    ***************************************************
    18. “… um exemplo recente. No CPAJ o filho – diretor, influente, e Chanceler Substituto do Mackenzie…”

    18. A alusão repetida de “Chanceler Substituto” é ao Rev. Dr. Davi Charles Gomes, Diretor do CPAJ e que tem ocupado ocasionalmente, por designação do CD do Mackenzie (vide ponto 12, acima) a Chancelaria da UPM. Dr. Davi Charles Gomes tem sido indicado pelo Conselho Deliberativo para esse exercício por diversas vezes, não por obrigação, e sim confiança, pois o Conselho tem reconhecido o trabalho que ele tem desenvolvido a cada vez que essa responsabilidade lhe é confiada. Não há qualquer vantagem salarial acumulada nessas ocasiões.

    ***************************************************
    19. – “… contrata” o pai para ministrar aula de pós-graduação sem a menor titularidade para tal”;

    19. A menção maldosa é ao Rev. Wadislau Gomes, pai do Rev. Dr. Davi Charles Gomes. O Rev. Wadislau é Mui Digno Secretário de Apoio Pastoral da IPB e tem extensa experiência e preparo em aconselhamento. Atua como professor convidado do CPAJ, em módulos, e tem fortalecido inúmeros pastores que passam pelas classes do JUMPER, nessa área. Os dados, que contradizem as calúnias, são os seguintes:
    Leciona desde 1998 em cursos de pós-graduação da IPB (Campinas), a convite da JET de então.
    Em 2000 e 2001, ainda por solicitação da JET, passou a lecionar no CPAJ. Saiu em solidariedade aos professores demitidos, naquela ocasião.
    Em 2003, sendo Diretor do CPAJ o falecido Rev. Dr. Luiz Mattos, foi convidado a voltar a colaborar, o que o faz até o presente.
    Em 2004, quando o Rev. Dr. Davi Gomes assumiu a direção do Centro, colocou o convite à disposição da JET. Esta deliberou que ele deveria continuar colaborando.
    O Rev. Wadislau tem sido fiel no ministério e magistério, tanto no saber quanto no respeito à mente dos discentes. Jamais houve qualquer interferência ou manobra facilitadora da parte do Rev. Dr. Davi Charles Gomes.

    ****************************************************
    20. Ainda no Mackenzie, um dos antigos diretores da EST – cabeça pensante do CPAJ, guru de alguns poucos – manda contratar o filho, novel reverendo, recém chegado da América, para ser Capelão Universitário no Mackenzie ganhando mais de R$ 10.000,00.

    20. A alusão é ao Rev. Dr. Héber de Carlos Campos, professor do CPAJ, de reconhecida erudição. Ele nunca ocupou posição de ascensão sobre a capelania, com poderes para “mandar contratar” qualquer capelão. Seu filho Rev. Dr. Héber Campos Jr., pastor da IPB há oito anos, foi contratado como capelão universitário do Mackenzie, em vaga existente na ocasião, por méritos e currículo. Vem desempenhando suas funções com extrema competência. Ele não ganha mais de R$10 mil. Os capelães do Mackenzie recebem salários equivalentes e compatíveis com pastores de igrejas médias da região de São Paulo, considerando os benefícios que essas ofertam. A maldosa representação, colocada na calúnia, é inverídica.

    ***********************************************
    21. “Você sabia que o orçamento do CPAJ, Oito Milhões de Reais (R$8) anuais, é para gastança de apenas dez doutores perdulários? Vejam só: a base salarial dos ‘colaboradores’ do CPAJ fica em torno de R$15.000,00. Remuneração que deixa longe qualquer professor universitário no último grau de sua carreira acadêmica…” [sic]

    21. O orçamento anual do CPAJ é uma fração desse valor. Ele é compatível com o orçamento da EST, do Mackenzie, e não é utilizado somente para pagamento de mão de obra. Os professores do CPAJ, que não são perdulários, são remunerados com salários exatamente iguais aos de professores da UPM, incluindo os da EST, de igual titulação. O Mackenzie possui um plano equitativo de cargos e salários que é rigorosamente obedecido. O salário base de qualquer “colaborador” docente do Mackenzie, inclusive do CPAJ e da EST, é uma fração da cifra apresentada: abaixo da metade.

    *************************************************
    22. “Agora compare com o soldo dos professores dos Seminários da IPB”.

    22. Conforme já apresentamos, acima, o salário-hora dos professores de seminários da IPB é compatível com o pago em instituições seculares de Ensino Superior. Em São Paulo, o salário de um professor doutor de seminário é de R$42,00/hora.

    **************************************************
    23. “Cuidado para não surgir uma idéia iluminada no SC 2010 de esconder o CPAJ no JMC e desviar o robusto orçamento para o mais puro dos seminários”.

    23. Não há notícia de qualquer proposta semelhante à irônica e maledicente inferência dos autores da carta anônima, nem na JET nem no Mackenzie, nem nos anais dos documentos submetidos à SE-IPB, para o SC2010. O delírio e a mentira seguem de mãos dadas.

    ***************************************************
    24. A fim de não tornar público os elevados saques do CPAJ aos cofres do Mackenzie, executaram um plano magistral: o presbítero regente Solano Fundamentalista TeTe (teólogo e tesoureiro), uma espécie de prefeito da “sagrada congregação da doutrina da fé” foi nomeado por intervenção direta do Augustus Chanceler,concomitantemente Diretor Financeiro – dono da Caixa, tesoureiro, do Instituto Presbiteriano Mackenzie e Presidente da JET/IPB.

    24. Não há “elevados saques”, nem plano magistral. O presbítero Solano Portela foi indicado como membro da JET pelo Supremo Concílio 2006. Foi eleito presidente pelos pares em agosto de 2006, sem qualquer intervenção externa. Foi aprovado como Diretor de Planejamento e Finanças do Mackenzie (e não ‘tesoureiro”), por indicação do presidente do Mackenzie, em 2008, pelo Conselho Deliberativo da Instituição (19 pessoas), sem qualquer possibilidade de “intervenção direta” ou indireta, de quem quer que seja. Muito menos isso se processaria pelo Rev. Dr. Augustus Nicodemus, pois sua esfera de atuação é a UPM, e é conhecido por sua lisura, isenção e postura ética pautada pela Bíblia.

    ***************************************************
    25. “Detalhe, presidir uma JET é função para presbítero docente. Como é do interesse deles, forçaram a barra para “colocar” um Presbítero Regente. Além de tudo uma centralização que desrespeita o conhecido quadro de servos de Deus capacitados da IPB. Como diria o Neto, é brincadeira… Mas não é, trata-se da vida de uma grande Igreja Brasileira – IPB, e sua séria e mais que centenária Instituição – Mackenzie.!!!… Isto tem que acabar no SC 2010. O SC 2010 é lugar de decisão. Você deputado é quem vai decidir”.

    25. Presbíteros regentes podem presidir comissões. A CRIE é presidida por um presbítero regente. A JET já foi presidida por um presbítero regente (1994-1998). O Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil já foi presidido por um presbítero regente, em dois mandatos (1978-1982 e 1982-1986). Os autores caluniadores demonstram desconhecimento da estrutura e documentos legais da IPB, mas pretendem instruir e manipular os deputados do Supremo Concílio.

    ****************************************************
    26. “A história sempre nos ajuda: o CPAJ passou a ser CPPGAJ na gestão dos atuais teólogos execrados da IPB, por esse grupo de iluminados. Hoje, o novo CPAJ nas mãos dos cavaleiros da sã doutrina, mandaram tirar um dos Ps, exatamente o de Presbiteriano , voltando às origens… Quem diria que os doutores da confessionalidade rejeitariam o nome Presbiteriano na ‘santa’ agência de formação da elite presbiteriana (leia-se alienação, vide relatório supra)? Porque será que não cai bem o nome Presbiteriano numa instituição da IPB que vive com um elevado orçamento? Ai tem coisa não acham? Tiramos o chapéu para quem disse a célebre frase: ‘uns tem Record outros tem CPAJ!’ . Isto tem que acabar. Vamos propor no SC 2010, que acabe com essa ‘agência’ (CNI) da IPB e distribua racionalmente os recursos para os Seminários da IPB. (será uma proposta fora de ordem, afinal, eles não são mais Presbiterianos. Devem viver de orçamento próprio das fontes originais)”. [sic]

    26. A mudança da sigla CPPGAJ para CPAJ não implicou em qualquer mudança no Centro. Siglas são simplificações e CPAJ foi mudança proposta há vários anos, pela JET anterior à atual, para facilitar a grafia. Essa alegação pueril e mentirosa (“rejeitaram o nome presbiteriano”) não aponta que o nome do CPAJ, como consta em todos os seus documentos públicos continua a ser Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper. Pela lógica dos caluniadores o CPAJ, hoje, deveria chamar-se Centro Pós Andrew Jumper, ou talvez, Centro Presbiteriano Andrew Jumper – e não é nenhuma dessas alternativas. Os caluniados e as instituições mencionadas continuam presbiterianos. Embora os caluniadores se proponham a defender o presbiterianismo a ação deles é claramente anti-presbiteriana e de desprezo aos concílios da IPB.

    *****************************************************
    27. “Aquele Centro de Pós-Graduação criado em São Paulo pelo Rev. Boanerges perdeu o sentido. Abandonou a sua missão ao agarrar-se com voracidade ao Projeto de dominar a Igreja para entregá-la ao fundamentalismo radical dos EUA. Esse grupo de “iluminados” preferiu a banda podre da América do Norte, colocando o antigo CPPGAJ a serviço deles, e não à comunidade presbiteriana e aos interesses do Evangelho”.

    27. Historicamente o CPAJ tem suas raízes na década de 1980 quando o Rev. Boanerges reuniu as condições para que a primeira escola de pós-graduação da IPB tivesse seu início. Boa parte dos professores hoje no CPAJ ainda são fruto da parceria da IPB com a Evangelical Presbyterian Church (EPC), que deu as bolsas de estudo para a educação pós-graduada destes professores. A IPB não só mantém relações com a mesma EPC, até hoje, como também com a Presbyterian Church of America (PCA) e outras denominações e seminários históricos no EUA, como o Reformed Theological Seminary e o Westminster Theological Seminary, ambos reconhecidos como instituições evangélicas reformadas e não fundamentalistas, no sentido pejorativo no qual o termo é utilizado. As palavras supostamente piedosas desses que caluniam e procuram supostamente resguardar a “comunidade presbiteriana” e os “interesses do Evangelho” nos lembram de 2 Tm 3.1-5, onde a Palavra de Deus nos alerta contra os que são caluniadores “tendo forma de piedade, negando-lhes, entretanto, o poder. Foge também desses”.

    ***************************************************
    28. “Convém aqui fazer um importante registro para que não misturem as coisas: O papel e o exemplo do Presidente da IPB, Rev. Roberto Brasileiro. Homem de Deus, com horas e horas de estrada para atender literalmente o rebanho que lhe fora confiado, viajando o País de ponta a ponta, visitando nossos rincões a tempo e fora de tempo. Digno de registro é que muitas dessas viagens o Presidente faz assumindo os próprios gastos,como se não fosse suficiente o desgaste físico e emocional do nosso presidente para produzir a estabilidade da Igreja, demonstrando sempre a total recusa a posições extremadas…”

    28. A bajulação é própria dos que, em luta inglória, buscam a evidência. Em todas as correspondências, anônimas, que lançam suspeitas ou emitem bravatas, e até em outras, estultamente assinadas, igualmente caluniadoras, procuram cercar de mimos o nome do Rev. Roberto Brasileiro, que, em virtude de sua sabida honradez, é homem que não se deixa bajular como exaltação.

    ****************************************************
    29. “Não há como deixar de comparar e se indignar com as viagens desses doutores “iluminados” para ministrar os cursos, fora da sede do CPAJ, que eles mesmos arranjam para completar os salários. São viagens são sempre muito bem reembolsadas, claro, além do que já ganham para fazer exatamente isso, ensinar! Diante desses dois fatos só nos vem à mente plagiar a corriqueira frase do Presidente do Brasil: “Isso nunca aconteceu antes na história da nossa IPB”.

    29. Os professores do CPAJ ministram diversos cursos e módulos em seminários da IPB e em eventos conciliares da IPB, como parte de suas obrigações. Não há complemento ou acúmulo de salários como inferem os caluniadores.

    **************************************************
    30. “Como é de consenso do Movimento, para preservar as Instituições envolvidas não vamos tornar público as cópias de alguns documentos importantes, como por exemplo, os extratos bancários dos doutores do CPAJ e do cartão corporativo da Chancelaria, dos bancos Sudameris, Real e Itaú”.

    30. Ameaças são normais em covardes cartas anônimas. Em paralelo às calúnias “do movimento”, as mentiras se intensificam: não existe na Chancelaria, nem em qualquer pessoa do Mackenzie qualquer cartão corporativo individual. Curiosamente, desde setembro de 2007 que o Banco Sudameris deixou de existir.

    *****************************************************
    31. “Basta de silencio e omissão! Que falta faz o disque denúncia. Vamos fazer o que for possível, sem colocar em risco as famílias dos abnegados, sabedores que somos do “modus operandi” desses “santos homens” de uma IPB de privilegiados que precisa acabar(temos documentos assinados pelo Sr. Papaler). Os delegados da JET estão de plantão para nos intimidar, punir e amordaçar! A JET não pode mais que o Presidente da IPB. Se tornou uma anomalia – filha devorando a mãe. Vamos para o Supremo Concílio, Fórum adequado para defender a IPB desses predadores. Lá nos ajuntaremos às demais vozes! A estratégia já está pronta: os membros do Movimento que vão ao Supremo de Curitiba,farão chegar ao conhecimento dos interessados, docs., vídeos e áudios que dispomos, muito embora não precise, pois são documentos oficiais, aprovados por juntas e conselhos nada representativos, de velhos hábitos, “guardar” muito bem tais documentos .

    31. A Constituição do Brasil, quando garante a liberdade de expressão, acrescenta a cláusula: “vedado o anonimato”. O disque denuncia é legalmente defendido por se tratar de denuncia anônima privativa, e não pública, a um órgão investigador. A denominação tem os seus canais conciliares de denúncia, obviamente não anônimas, abrigadas quando não têm as claras características de calúnias. O que faz este indivíduo, grupo ou movimento é crime, perante a lei de Deus e a lei dos homens.

    ***************************************************
    32. Por favor, peçam para ver os balanços e outros documentos do Mackenzie.Lá é o lugar certo. Você conciliar é autoridade da IPB. Faça valer sua representatividade.

    32. O Mackenzie publica anualmente os seus balanços e demonstrativos financeiros na imprensa local. São auditados pelas maiores empresas de auditoria, de renome internacional. O Conselho de Curadores do Instituto Presbiteriano Mackenzie presta relatórios e dados financeiros ao Supremo Concílio, a cada quatro anos, e anualmente, nas Comissões Executivas da IPB. A transparência é total.

    *************************************************
    33. Amados da IPB por enquanto é só. Até breve! Nos próximos 30 dias, partilharemos algumas experiências sobre o Supremo de Curitiba, a partir das observações e lições tiradas de 2002 e principalmente 2006! Só para ilustrar a última edição: Vamos mostrar os detalhes do adultério das atas do Concílio Maior da IPB realizado pelo Secretário Executivo da IPB, (lembra dos rabichos de 2006?) que posa de bom moço como âncora da Executiva instruindo os conciliares. Claro que se trata de um plano para arrebatar mais um mandato. Como diria o querido Boris: Isto é uma vergonha. É no mínimo zombar de todos que fazem esta Magna Assembléia! Poderia, usar o resto de bom senso e dignidade que lhe sobra e encerrar, em silencio, o grande período de desserviço prestado.

    33. Não há adultério de ATAS. O Rev. Ludgero Bonilha de Morais, Secretário Executivo da denominação, eleito democraticamente em 2002, tem ocupado o cargo com eficiência e dignidade. Há amplo reconhecimento dos avanços realizados pela Secretaria Executiva nesses últimos oito anos. O desrespeito às autoridades eclesiásticas, pelos autores da calúnia, demonstra quão distanciados estão da ética bíblica e quão vazias soam as “palavras amáveis” dirigidas aos conciliares.

    *****************************************************
    34. Movimento em defesa da IPB e das suas Instituições, a favor da ética e da transparência, contra os extremos e as negociatas escusas do fundamentalismo voraz

    34. O anonimato apela, contraditoriamente, à ética e à transparência. Impressionante!

    Que Deus nos dê a graça de poder praticar o que aprendemos em Lucas 6.26: “… bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam”.

    São Paulo, 15 de junho de 2010

    Pb. Solano Portela

     
  84. Silas Lopes

    18 junho, 2010 at 7:00 pm

    Estimados irmãos

    Raramente entro neste blog da Secretaria Executiva, no entanto, leio grande parte daquilo que está sendo colocado aqui.

    Muitas coisas são interessantes, outras são meras opiniões pessoais, que não refletem propriamente o pensamento da igreja. Tenho aprendido muito e Deus tem me ajudado a fazer uma separação entre as coisas.

    Li o que acaba de ser postado pelo irmão Eduardo, que eu não conheço, que ele certamente copiou de algum documento recebido do Presbítero Solano Portela.

    Percebi que neste documento do Presbítero Portela ele coloca lado a lado os ataques caluniosos e anônimos e sua resposta. Eu, felizmente não recebi o documento dos caluniadores anônimos. No entanto, o só comparar as duas coisas, que o Presb. Portela coloca corajosamente lado a lado, já nos revela quem é quem.

    o ANÔNIMO É SIMPLESMENTE UM CALUNIADOR, COVARDE, QUE SE ESCONDE, VISTO QUE TEM SOMENTE A INTENÇÃO DE DESTRUIR PESSOAS E A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL.

    O PRESB. SOLANO PORTELA ASSINA A SUA DEFESA E O LINGUAJAR DESTE IRMÃO REVELA CLARAMENTE SER UM HOMEM TEMENTE A DEUS.

    O ANÔNIMO NÃO TEME ATACAR AUTORIDADES DA IGREJA E O FAZ DE FORMA TÃO VIL QUE MOSTRA QUE NÃO TEME ABSOLUTAMENTE SEQUER A DEUS.

    O PRESBÍTERO SOLANO PORTELA, TERMINA ORANDO A DEUS EM FAVOR DAQUELES OU DAQUELE QUE O FERE DE FORMA TÃO BAIXA E LEVIANA.

    A diferença entre uma coisa e outra é como luz e trevas.

    Sou membro da Igreja Presbiteriana do Brasil há uns 12 anos. Deus levou-me ao conhecimento do Evangelho de Jesus e minha vida foi transformada completamente. Vim de um ambiente onde estas coisas entre incrédulos (e o meu ambiente era de gente incrédula mesmo – blasfemos e inimigos de Deus), mas nem lá vi tanta sordidez como estes tais “João Calvino 2010”. De João Calvino, que eu conheço pouco, mas conheço o bastante da leitura de seus comentários, estes difamadores não tem absolutamente nada. Calvino era um homem corajoso, jamais atacaria a quem quer que seja pelas costas. Ele tratou com a igreja romana, com o risco de sua própria cabeça.

    Estes não tem nada a ver com Calvino. Estes tem a ver com aquele personagem asqueiroso, descrito na Bíblia, como o “Acusador dos irmãos”, cujo habitat é a treva. Tudo faz às escondidas, sorrateiramente.

    O artigo destes senhores, caricaturando o Reformador de Genebra, se tivesse cheiro, tem odor enxofrado.

    Não conheço o Presb. Solano Portela, mas passeia a admirá-lo a partir de agora e sei que sua luta é pela verdade, simplesmente por ler a sua resposta, tão firme, humilde, colocando nas mãos de Deus sua vida e a vida de seus irmãos, também atacados anonimamente por este tal “João Calvino-2010”

    Estou orando pelos irmãos caluniadores, também. Espero em Deus que se arrependam deste expediente tão rasteiro e cheio de pecados e malicias. Se não, Deus os tratará em Sua justiça

    Presb. Solano, Deus sempre se apieda do injustiçado.

    Seu irmão em Cristo

    Silas

     
  85. Alexandre R. Ramos Filho

    18 junho, 2010 at 7:32 pm

    Publicado no site da Igreja Presbiteriana do Brasil a palavra do Rev. Roberto Brasileiro Silva, quanto aos caluniadores anônimos.

    Sua palavra abaixo é de extrema sobriedade, contudo deixa perceber a sua tristeza pelo uso deste expediente baixo, que se esconde no anonimato, alertando a igreja.

    O seu artigo transcrito abaixo, pode ser procurado também no endereço a seguir.

    http://www.ipb.org.br/portal/noticias/218-e-necessario-viver-em-justica-palavra-do-presidente

    Assim se expressa o Rev. Roberto Brasileiro…

    É NECESSÁRIO VIVER EM JUSTIÇA – PALAVRA DO PRESIDENTE

    “… e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus,
    em justiça e retidão procedentes da verdade”
    (Efésios 4:24).

    É necessário viver em justiça

    No exercício de Presidência do SC/IPB, exorto a Igreja a colocar-se em oração diante do Senhor Jesus Cristo, para que, na reunião da semana de 11 a 17 de julho, as nossas decisões e eleições para os cargos na mesa do SC/IPB e nos conselhos, comissões, juntas e autarquias da Igreja sejam dentro do espírito de justiça e verdade para continuarmos gozando da paz e alegria de sermos presbiterianos.

    Por isso, é meu dever alertar a Igreja em seu todo, e não só os deputados do Concílio, a ser criteriosa no exame de declarações não oficiais e anônimas veiculadas na internet ou em outros meios de comunicação. Reitero que a Igreja tem direito de acesso a todos os documentos e relatórios oficiais do SC e CE/SC, de todas as autarquias, conselhos, comissões e juntas da IPB, com toda transparência, bem como, apresentá-los para a discussão nos fóruns próprios.

    Em Curitiba, na reunião do SC/IPB estaremos referendando os documentos oficiais oriundos das CE-SC/IPB março-2007 a março-2010 e também, respondendo às consultas e propostas dos Concílios da Igreja. Nesta reunião, elegeremos os membros conciliares que irão trabalhar na mesa do SC/IPB, das autarquias, conselhos, comissões e juntas.

    Reafirmo ainda que todos os concílios podem questionar as ações e decisões emanadas da CE/SC e dos conselhos, comissões, juntas e autarquias da Igreja, por meio dos trâmites legais e constitucionais.

    Esperamos no Senhor Jesus Cristo, que possamos em Justiça e Verdade, honrar homens e mulheres, servos de Deus que estão a serviço da Igreja, conselhos, juntas e autarquias. Assim construamos a paz.
    Do servo,

    Roberto Brasileiro Silva
    Presidente do Supremo Concílio

     
  86. Eduardo Lima

    18 junho, 2010 at 7:45 pm

    Senhor Presidente do Supremo Concílio

    Acabo de ler as suas palavras aqui postadas pelo irmão Alexandre. Louvo a Deus por sua sobriedade. Este alerta haverá de soar e a covardia do anonimato ficará sublinhada pelos homens e mulheres de bem da Igreja Presbiteriana do Brasil.

    O traalho que o senhor e o senhor secretário executivo vem fazendo são admiráveis.

    Recentemente entrei no site da Secretaria Executiva de nossa igreja e fiquei feliz de ser parte da Igreja Presbiteriana do Brasil.

    Contem ocm as minhas orações

    Eduardo

     
  87. Marcia Lucia Felizardo

    18 junho, 2010 at 8:15 pm

    Rev. Ludgero

    Tenho examinado as indicações para os diversos cargos da Igreja Presbiteriana do Brasil, cargos estes que serão preenchido na próxima reunião do Supremo.

    Uma coisa que chamou a minha atenção é que para os cargos da mesa do Supremo, existem candidatos para dois ou três cargos ao mesmo tempo. Achei estes senhores muito gulosos. Pode ser assim? Alguém se candidatar para vice-presidencia e também para a secretaria executiva ao mesmo tempo? Ou para a presidência e para a vice-presidencia ao mesmo tempo.

    Copiei do site da Secretaria os nomes indicados e os cargos e colo aqui abaixo. Veja se estou errada ou se é o senhor que errou ao publicar estes nomes com duplicidade?

    Veja só….

    1. PRESIDÊNCIA:

    Rev. Roberto Brasileiro Silva Bauru Marília
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Brasil Central
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Brasília N de Minas
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Brasília Brasília Norte
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Costa do Sol Cabo Frio
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Curitiba Araucárias
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Curitiba Parque Iguaçu
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Curitiba
    Rev. Roberto Brasileiro Silva E Santo/Rio de Janeiro
    Rev. Roberto Brasileiro Silva E S/R J Itapemirim
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Leste de Minas
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Leste de São Paulo
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Leste F Litorânea F
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Leste F Central F
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Meridional Itaipu
    Rev. Roberto Brasileiro Silva N da Bahia C Formoso
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Norte de Minas Salinas
    Rev. Roberto Brasileiro Silva O de Minas O de Minas
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Oeste F Nova Iguaçu
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Oeste F Mesquita
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Oeste F Nilópolis
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Oeste F Belford Roxo
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Pampulha L de B H
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Piauí
    Rev. Roberto Brasileiro Silva R J Rio de Janeiro
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Rio Doce N Va N V

    Rev. Roberto Brasileiro Silva São Paulo O Paulistano
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Serrano F Caxiense
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Sudoeste de Goiás
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Tropical Transamazônica
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Tropical M de Belém
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Unido de São Paulo
    Rev. Roberto Brasileiro Silva Leste de S P L de S P

    Rev. Cilas Cunha de Menezes Guaranhuns

    2. VICE-PRESIDENTE:

    Rev. Cilas Cunha de Menezes Brasília Brasília Norte
    (veja- para presidente e de novo para vice – pode?)
    Rev. Juarez Marcondes Filho Curitiba Araucárias
    Rev. Juarez Marcondes Filho Curitiba
    Rev. Juarez Marcondes Filho Leste de S P L de SP
    Rev. Juarez Marcondes Filho Bras Pioneiro de Brasília
    Rev. Juarez Marcondes Filho Oeste Fluminense Mesquita
    Rev. Juarez Marcondes Filho Oeste F Belford Roxo
    Rev. Juarez Marcondes Filho Pampulha Leste BH
    Rev. Juarez Marcondes Filho R J Rio de Janeiro
    Rev. Juarez Marcondes Filho Unido de São Paulo
    Rev. Juarez Marcondes Filho Sudoeste de Goiás

    Rev. Osni Ferreira Leste de SP – Vale do Paraíba
    Rev. Osni Ferreira Meridional Itaipu
    Rev. Osni Ferreira Brasília Noroeste de Minas

    Rev. Hernandes Dias Lopes L F Litoral F e C F

    Rev. Luis Carlos Silva Noroeste do Brasil

    Rev. Andre Luiz Ramos Oeste Fluminense Nova Iguaçu

    Rev. Jaime Marcelino Piauí

    Rev. Jedeias Duarte de Almeida Rio Doce

    Rev. Augustus Nicodemos Lopes
    Tropical Transamazônica

    Rev. Carlos Aranha Neto Tropical M de Belém
    Rev. Carlos Aranha Neto Unido de São Paulo

    3. SECRETARIA EXECUTIVA:

    Rev. Ludgero Bonilha Morais Belo H Belo Horizonte
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Leste F Litoral Flu
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Leste Flu Central Flu
    Rev. Ludgero Bonilha Morais N da Bahia C Formoso
    Rev. Ludgero Bonilha Morais O de Minas Oeste de Minas
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Oeste F Nova Iguaçu
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Oeste F Nilópolis
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Oeste F Belford Roxo
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Piauí
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Rio Doce
    Rev. Ludgero Bonilha Morais São Paulo O Paulistano
    Rev. Ludgero Bonilha Morais Tropical M de Belém
    Rev. Ludgero Bonilha Morais L de São Paulo L de S P

    Rev. Sirgisberto Queiroga Brasília Noroeste de Minas
    Rev. Sirgisberto Queiroga Brasília P de Brasília

    Rev. Milton Ribeiro Litoral Paulista Santos
    Rev. Milton Ribeiro Pampulha Leste de BH
    Rev. Milton Ribeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro

    Rev. Juarez Marcondes Filho Meridional Itaipu
    (veja -este já está indicado para a vice-presidencia)

    Rev. Osvaldo Hack Meridional Oeste Catarinense

    Presb. José A M de A Oeste Fluminense Mesquita
    Presb. José A M de A Costa do Sol Cabo Frio
    Presb. José A M deA Curitiba Araucárias

    Rev. Saulo Carvalho Tropical Transamazônica

    Rev. Carlos Aranha Neto Unido de São Paulo
    Rev. Carlos Aranha Neto Curitiba Parque Iguaçu
    Rev. Carlos Aranha Neto Curitiba
    Rev. Carlos Aranha Neto E Santo Rio de J Itapemirim
    (veja- este é outro que foi indicado para a vice e também para a secretaria executiva?)

    Rev. Adonias da Silveira Leste de São Paulo

    4. TESOURARIA:

    Presb. Renato José Piragibe Brasília N de Minas
    Presb. Renato José Piragibe Curitiba Araucárias
    Presb. Renato José Piragibe Curitiba
    Presb. Renato José Piragibe E S /Rio de J Itapemirim
    Presb. Renato José Piragibe Leste de Minas
    Presb. Renato José Piragibe Leste de SP Leste de SP
    Presb. Renato José Piragibe Leste Litorâneo F C
    Presb. Renato José Piragibe Oeste de MOeste de Minas
    Presb. Renato José Piragibe Oeste Fluminense Mesquita
    Presb. Renato José Piragibe Tropical Transamazônica
    Presb. Renato José Piragibe Tropical M de Belém
    Presb. Renato José Piragibe Unido de SP
    Presb. Renato José Piragibe Rio de J Rio de

    Presb. José M de A L de SP Paulistano
    (este é outro – para a secretaria e para tesouraria?)

    Rev. Airton Costa de Souza Piauí

    Rev. Geraldo Silveira Filho B H Sudoeste de B H

    DÁ PARA SER CANDIDATO PARA DOIS CARGOS AO MESMO TEMPO? COMO A CONSTITUIÇÃO DA IPB VÊ ISTO?

    Desculpe as minhas perguntas? Só estou curiosa!

    Marcia Lucia

     
  88. Rev. Almir Viana Nery

    17 dezembro, 2010 at 9:50 pm

    Quero Parabenizar a equipe da Sec. Executiva sobre o novo site da se/ipb. Ficou bacana e de facil acesso, assim como, dinamico.

     

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