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Os presbitérios da IPB

25 maio

O quorum mínimo de funcionamento de um presbitério é 4 igrejas e 4 pastores. Evidentemente, o que estava na mente do legislador é que este é o número mínimo para funcionamento dos concílios presbiteriais. Para os sínodos o número mínimo é 3 presbitérios. Este é evidentemente o mínimo.

Presbitérios estão se multiplicando, sem que haja um crescimento efetivo dos membros da Igreja Presbiteriana do Brasil, que justifique estas divisões.

Igrejas presbiterianas ao derredor do mundo possuem grandes presbitérios, influentes e com recursos para que plantem novas igrejas, exerçam seu papel na ação social, sem depender de Juntas ou Planos, extra conciliares, que servem de “muletas” dada a insuficiência e fragilidade dos concílios presbiteriais.

Presbitérios já têm proposto emendas constitucionais que aumentem o quorum mínimo de funcionamento dos concílios presbiteriais e sinodais.

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13 Comentários

Publicado por em 25 maio, 2012 em Sem categoria

 

13 Respostas para “Os presbitérios da IPB

  1. Anônimo

    29 maio, 2012 at 7:37 pm

    Os presbitérios de nossa IPB tem sido organizados, via de regra, para atenderem interesses de grupos, criar redutos para satisfação de uma liderança, criar presbitérios que se juntam, organizando-se sínodos com a finalidade meramente de se ter representação na CE-SC.

    Com isto cria-se presbitérios fracos e multiplica-se as representações no SC.

     
    • Leonço

      22 junho, 2012 at 10:00 am

      assino em baixo meu querido irmão… Vamos levantar a cabeça e clamar por um avivamento em nossa IPB. Pois só assim estaremos mais interessados no corpo de Cristo do que em estruturas conciliares. Preocuparemos com o criscimento espiritual e não representativo (fábrica de Caciques…).

      Assinado: Leadkeas

       
  2. Eli de Araújo

    21 agosto, 2012 at 11:22 am

    Muitos se esqueçem do Reino e passam a pratica da politica e quem sai perdendo e o grecimento dos Presbiterios com Federações fracas e sem apoio nenhum dos Presbiterios. temos que mudar esta idéia.

     
  3. revronaldobezerra

    24 agosto, 2012 at 3:31 pm

    Desde que comecei na IPB – tem 60 anos – aprendi que DEVEMOS DIVIDIR PARA CRESCER …
    Na Bíblia aprendi que NA MULTIDÃO DE CONSELHOS HÁ SABEDORIA …
    Na Bíblia aprendi que não devemos nos colocar no anonimato …
    Quanto mais gente no SC para opinar , ORAR , sugerir , votar , melhor será …
    O que um presbitério não pode se tornar é um GUETO , pois isto é pecado !

    rev ronaldo bezerra
    ministro jubilado por invalidez
    Vitória – ES
    romali@ebrnet.com.br

     
  4. Anônimo

    10 outubro, 2012 at 11:25 am

    A única forma de resolver isto é alterando a Constituição, e aumentando o número mínimo de Igrejas para organização de um Presbitério.

     
  5. Paulo cezar

    24 novembro, 2012 at 5:32 pm

    Presbítero Paulo Cezar IPB Nova Belém Japeri RJ. Concordo plenamente, presbitério se divide depois tem dificuldade de reunir em RO, e muitas vezes suspende suas reuniões e por falta de cório. presbitério reunindo no limite.

     
  6. José Itamar Demétrio

    14 janeiro, 2013 at 10:19 pm

    Infelizmente tenho concordar com alguns comentários, pois temos visto que os presbitérios tem perdido sua finalidade e se tornam em lugar onde o interesses de grupos pequenos tem sido levado em consideração em detrimento do interesse da igreja, Infelizmente a politica eclesiástica é pior do que a politica partidário.
    Porque os presbitérios em suas reuniões ao invés de se preocupar com quantas linha foi feito a ata de uma reunião da igreja não usa o tempo precioso para realizar um planejamento para as igreja que estão cada uma fazendo o que da forma que que sem o mínimo de planejamento e união nas atividades evangelísticas.

     
  7. LEONARDO BUENO TEIXEIRA

    6 fevereiro, 2013 at 10:27 am

    Infelizmente tem propogado pouco as boas novas e se vivido mais as deliberações presbiteriais. Em decorrência disso que temos vistos Presbíterios fracos e Igrejas magerrimas, pois têm-se deixado a propagação do Novo Nascimento, Confissão de Pecados, Arrependimento e tantas exposições de mudança no comportamento humano de lado que as Igreja e Presbiterios têm crescido em número mas não de vida Espiritual Autêntica, Cristã e Sadia. Que o Senhor da Seara levante esses homens assim como fez no passado.

     
  8. APARECIDO REIS DA SILVA

    8 fevereiro, 2013 at 11:41 pm

    Infelizmente percebi na IPB que a função do Presbitério por vezes e põe vezes nisso é composto por homens cheios de corporativismo e protecionismo, onde os erros doutrinários mesmo denunciados caem no esquecimento, com se fosse uma redoma… O denunciante depois de algum tempo vê que o Presbitério é uma “redoma de proteção aos que pensam igual”… Triste realidade em uma igreja reformada, histórica e com uma história tão linda de evangelismo e pregação das Sãs Doutrinas…

     
  9. APARECIDO REIS DA SILVA

    8 fevereiro, 2013 at 11:42 pm

    Também falo do Presbitério a qual pertenço e vivi essa triste realidade…

     
  10. Anônimo

    26 março, 2013 at 1:43 am

    Um coisa que precisa ter urgentemente nas reuniões do presbitério é uma avaliação bem criteriosa (Assim como se tem dos pastores) dá vida dos presbíteros.

    A grande verdade é que em várias igrejas locais os presbíteros tomam conta. Na verdade cremos que o pastor e o presbítero tem o mesmo “poder”, porém, de forma muito desproporcional, somos super rigorosos, em tudo, com os pastores, e esquecemos totalmente dos presbíteros.

    Primeiro todos os presbíteros de todas as igrejas do presbitério deveriam participar das reuniões do presbitério. E deveríamos cobrar mais preparo dos presbíteros assim como cobramos dos pastores. Existem várias igrejas que os presbíteros não sabem nem o que é Confissão de Fé de Westminster.

     
  11. Pb. Benni Caldas

    10 julho, 2013 at 1:42 pm

    Acredito que o número deveria ser INPAR, por uma questão equacional do ponto de vista democrático. Creio que cinco seria um número satisfatório, inclusive para uma questão de quórum quando necessário.

     
  12. João Elias Pereira Neto

    18 outubro, 2013 at 2:42 pm

    Gostaria de deixar minha opinião nesta questão, ao meu ver temos colocado pessoas na presidência de Presbitério e Sínodo sem a menor qualificação, isto é sem o mínimo prepara para o cargo e o que é pior essas pessoas estão sendo reeleitas varias vezes. Estes concílios só se reúnem para resolver problema, nunca sentam para fazer sequer um planejamento, não visitam os campos e seus pastores, o resultado de tudo isso é muita politica e pouco resultado.

     

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